O que é HPV?

O que é HPV?

O QUE É HPV?

HPV é a sigla do papilomavírus humano (do inglês Human Papilomavirus).

É um vírus comum: calcula-se que por volta de 75 a 80 % da população contraia um ou mais tipos de HPV em alguma fase da vida, sendo que cerca de 50% dos casos novos acontecem nos três primeiros anos de atividade sexual.

O HPV infecta o epitélio da região genital de ambos os sexos, mas é entre as mulheres que causa danos maiores e mais frequentes. Embora o pico de incidência seja entre 15 e 25 anos, os médicos alertam: a curva de crescimento da doença entre adolescentes preocupa bastante porque é ascendente.

Existem mais de 200 tipos de HPV, cerca 30 a 40 tipos podem afetar as regiões genitais tanto de homens como de mulheres. Alguns são inofensivos e outros podem causar doenças, como por exemplo as verrugas genitais e os cânceres do colo do útero, vagina, vulva e ânus.

O câncer do colo do útero é uma doença grave e que representa uma ameaça à vida.

No Brasil a cada ano, ocorrem cerca de 16.000 novos casos e 5.000 mortes secundárias a este câncer.

 

VACINA CONTRA O HPV

Trata-se de uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética, com poucos eventos adversos leves relatados com a vacinação. Esta vacina deve ser administrada preferencialmente antes do início da vida sexual, para que possamos ter 100% de proteção para os tipos de HPV contidos na vacina. O fato da mulher já ter vida sexual, não contra-indica a vacina, pois está demonstrado benefício de proteção contra o HVP nesta situação. Como a vacina protege contra 4 tipos de HPV (na vacina quadrivalente) ou contra 2 tipos (na vacina bivalente), e como não sabemos se a mulher já foi exposta a o HPV e qual o tipo de HPV, a vacina está plenamente indicada para TODAS as pessoas, independentemente de sua atividade sexual.

Estão disponíveis no mercado nacional dois tipos de vacina contra o HPV. Uma QUADRIVALENTE, contendo proteção contra 4 tipos de HPV, os tipos 6, 11, 16 e 18 e outra BIVALENTE contendo os tipos 16 e 18. Os tipos 16 e 18 do HPV são responsáveis por aproximadamente 70% dos casos de câncer do colo do útero. Daí, estarem presentes em ambas as vacinas. Os tipos 6 e 11 são relacionados com a presença de verruga genital, sendo responsáveis por 90% delas. A verruga genital apesar de não ser um câncer, é um agravo à saúde masculina e feminina muito indesejável, de difícil tratamento, recidiva relativamente frequente e que altera o estado físico e emocional do paciente.

O esquema da vacinação é sempre com 3 doses, com intervalo de 1 a 2 meses entre a primeira e a segunda dose (dependendo do fabricante), e de 6 meses entre a primeira e a terceira dose. A via de aplicação é a intramuscular.

CUIDADOS ANTES, DURANTE E APÓS A VACINAÇÃO CONTRA O HPV:

  • Antes de se vacinar, a mulher deve ter certeza de que não está grávida. Contudo, se a vacina for aplicada sem que se saiba da gravidez, nenhuma intervenção se faz necessária. Quando a gestação tem início antes de o esquema estar completo, deve-se suspender a vacinação e retomá-la após o parto.
  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

É importante destacar que a vacina contra HPV não substitui a realização regular do exame de citologia, Papanicolau (preventivo). Apesar de menos comum, outros tipos de HPV não contemplados na vacina podem causar o câncer de colo do útero.

Saiba mais sobre as especialidades de Ginecologia e Urologia atendidas pela Climed.

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Conheça o novo serviço da Climed: Vacinas

Conheça o novo serviço da Climed: Vacinas

Climed Vacinas

Em 2017 a Climed iniciará uma nova etapa de cuidados para aumentar a proteção que seu filho e sua família merecem.

A partir de fevereiro, além dos serviços que já oferecemos há mais de 20 anos com tradição e excelência, passaremos a oferecer as vacinas que vão garantir que seu filho cresça saudável e sua família protegida.

O leite materno é a principal fonte de alimento e proteção do bebê, principalmente nos primeiros meses de vida. No entanto, é fundamental que seu filho receba proteção necessária contra várias doenças através da vacinação.

A vida de uma pessoa é marcada por etapas e, para cada uma delas, há vacinas importantes que a protegerá de determinadas doenças. Recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos, gestantes, puérperas e pessoas acima dos 60 anos recebem cuidados específicos e importantes ao se vacinarem.

A etapa que mais exige cuidado é, certamente, a infância. Principalmente no primeiro ano de vida, não apenas a criança, mas as pessoas próximas a ela, precisam ser vacinadas, pois a maior parte dos casos de doenças graves são transmitidas às crianças por adultos. Se todos estão vacinados, todos estão seguros.

A vacinação representa um ato de amor e, para garantir que já esteja protegido desde o seu primeiro dia de vida, é recomendável que receba imunização ainda na maternidade. Entre em contato conosco e receba melhores informações sobre este e outros serviços.

Prevenir ainda é o melhor remédio e nós da Climed estamos à sua disposição.

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Conheça as diferenças entre as vacinas da rede pública e privada

Conheça as diferenças entre as vacinas da rede pública e privada

As diferenças entre as vacinas da rede pública e rede privada

As vacinas de ambas são seguras e protegem a saúde do bebê e criança, contudo há benefícios na rede privada

 

Tríplice bacteriana ( difteria/ coqueluche/ tétano) DTP
Na rede pública está disponível a DTPw, que é feita a partir de células inteiras da bactéria; já na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras , e sim com proteínas . É uma vacina mais purificada, só contém o que realmente é necessário para proteção e, por isso, as chances de ocorrerem eventos adversos são menos frequentes e intensas.

 

Vacina Haemophilus influenzae tipo b e seus reforços
Haemophilus influenzae tipo B é uma bactéria que pode causar uma série de doenças infecciosas com complicações graves como pneumonia, otite ( dor de ouvido), epiglotite ( inflamação da epiglote), meningite, inflamação das articulações, entre outros. A vacina contra essa bactéria está disponível tanto na rede pública quanto na rede privada, com a diferença de que na rede privada é oferecida uma dose a mais, garantindo ainda mais a proteção das crianças contra essas patologias tão comuns.

 

Vacina rotavírus monovalente e vacina rotavírus pentavalente
O rotavírus se caracteriza por uma forma abrupta de vômito, diarréia e febre alta, que podem causar desidratação grave. Em alguns casos, também há sintomas como falta de apetite, náuseas e dores abdominais. A principal forma de contágio é via fecal-oral, ou seja, por contato pessoa a pessoa através de água, objetos e alimentos contaminados e, mais raramente, por propagação aérea.
A vacina de rotavírus é uma vacina de vírus vivo, oral. Ela pode ser monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em 2 doses. A vacina rotavírus monovalente é oferecida na rede pública.
A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada. Ela oferece imunidade contra 5 sorotipos diferentes de rotavírus e é feita na clínica em 3 doses.

 

Vacina pneumocócica conjugada 10 e vacina pneumocócica conjugada 13
As vacinas pneumocócicas conjugadas protegem as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, causadora de doenças como pneumonia, meningite e otite média aguda. A vacina pneumocócica conjugada 10, presente na rede pública, protege contra 10 subtipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada 13, presente na rede particular, irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos.
Existe ainda a opção pneumocócica 23, presente na rede privada, que oferece proteção contra 23 tipos de pneumococos e indicada para idosos, prematuros, crianças com pneumonias de repetição, asmáticos, cardiopatas e síndrome de Down.

 

Vacina influenza
Na rede pública a vacina influenza , que protege contra a gripe, é oferecida somente até os 5 anos de idade. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que todos sejam vacinados anualmente contra a influenza, independente da idade, recomendação essa que se torna possível em redes privadas, onde todos podem ser vacinados sem pertecerem a determinados grupos de risco.

 

Vacina meningocócica conjugada C e meningocócica conjugada ACWY/ meningite B
A vacina meningocócica conjugada C está presente na rede pública, enquanto a versão ACWY só pode ser encontrada na rede privada. Ambas previnem meningites, com a diferença que a meningocócica conjugada C protege apenas contra o tipo C e a versão ACWY protege contra esses quatro tipos. A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação e a importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

 

Vacina contra hepatite A
A rede pública vacina as crianças com 01 ano de idade; contudo, a rede privada segue a recomendação da Sociedade Brasileira de Imunizações e, seis meses após esta primeira dose, aplica-se uma segunda dose. Uma única dose desta vacina garante proteção até os 10 anos de idade, mas não há certeza quanto a vida adulta.

 

Vacina contra HPV
A vacina quadrivalente contra o HPV está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 13 anos e para meninas vivendo com HIV de 9 a 26 anos. Na rede privada, a vacina quadrivalente está disponível para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos. Além delas, a rede privada conta com a vacina bivalente, licenciada para todas as meninas e mulheres a partir de 9 anos.

 

Vacina contra varicela
A vacina varicela irá proteger as crianças contra a catapora. Contudo, a rede pública oferece apenas uma dose dela, o que não é suficiente para prevenir a doença, apenas evita que a pessoa desenvolva versões mais graves. Na rede privada são oferecidas 2 doses, sendo que a segunda dose irá de fato proteger contra a doença.

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Vacinas na gestação

Vacinas na gestação

Vacinas na gestação

A confirmação de uma gravidez sempre vem acompanhada de muita alegria para toda a família. No entanto, é preciso se lembrar que esse é o momento de garantir que a gestação seja tranquila e que tanto a mãe quanto o bebê se mantenham saudáveis.

Por isso, o acompanhamento pré-natal é fundamental para que quaisquer problemas sejam identificados precocemente e os riscos reduzidos – e até eliminados – durante o período da gestação até o parto. Sendo assim, a vacinação desempenha um papel importante neste acompanhamento.

Quais as vacinas que a gestante deve tomar?

De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), determinado pelo Ministério da Saúde, é recomendável que as mulheres tomem três vacinas durante a gestação. São elas:

Vacina contra GRIPE (Influenza – H1N1):

Durante a gestação, a gripe pode sofrer complicações evoluindo para patologias mais severas (pneumonia), aumentando riscos para a gestante e o bebê. O risco de que tais complicações surjam é alto durante toda a gestação.

Estudos realizados em mães vacinadas contra a gripe indicaram menor incidência da doença e, por consequência, menores riscos de complicações.

Esta vacina pode ser administrada a partir da 12ª semana de gestação.

Vacina contra HEPATITE B:

As gestantes portadoras do vírus da hepatite B podem transmiti-lo ao bebê no momento do parto e no período de amamentação.

Portanto, ao engravidar, a mulher precisa consultar sua carteira de vacinação e se assegurar que o esquema de vacinação para Hepatite B esteja completo. Se não estiver, ou caso a gestante não tenha tomado nenhuma dose, será necessário receber a vacinação durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação.

O esquema completo para a vacina para a hepatite B é composto por três doses. No caso de um esquema de vacinação incompleto, a gestante precisará tomar todas as doses novamente.

Vacina  contra DIFTERIA,TÉTANO E COQUELUCHE – dTpa:

Esta vacina tem como finalidade a proteção da gestante e, por consequência, o bebê contra o tétano e a coqueluche.

A COQUELUCHE tem uma alta taxa de mortalidade quando acomete recém-nascidos. A transmissão da doença pela mãe,  geralmente acontece em cerca de 40% dos casos. Portanto, a vacinação durante o período gestacional, diminui o risco desta transmissão direta após o parto. A proteção da vacina ao bebê, é adquirida durante o período gestacional através da placenta.

O período de administração desta vacina compreende entre a 27ª e a 36ª semana de gestação.

Mesmo as gestantes vacinadas em gestações anteriores deverão receber nova dose desta vacina durante a gestação atual.

Caso a gestante não saiba se tem o esquema completo da vacina para o tétano (três doses), ela deverá tomar duas doses da dT e uma dose da dTpa, com um intervalo de 30 e 60 dias respectivamente, entre as doses.

A gestação é um período importante e delicado, por isso, garantir a saúde da mãe e do bebê com as vacinas permite que ambos possam desfrutar de qualidade de vida.

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