Infecção Urinária na Gravidez: sintomas, diagnóstico e tratamento

Infecção Urinária na Gravidez: sintomas, diagnóstico e tratamento

São incontáveis os problemas que a mulher fica mais suscetível a ter durante a gravidez, e, um deles é a infecção urinária. A princípio, a infecção urinária na gravidez não traz grandes riscos para o bebê, no entanto, quando não tratada, pode implicar no parto prematuro ou até mesmo no aborto espontâneo.

Neste ARTIGO você conhecerá quais são os principais sintomas, como é feito o diagnóstico e os possíveis tratamentos para a infecção urinária durante a gravidez.

Sintomas

É importante que todas as mulheres saibam que a infecção urinária durante o período de gestação pode ser assintomática, por isso, é recomendável fazer exames de urina durante a gravidez para que se possa detectar qualquer bactéria que eventualmente esteja no trato urinário.

Quando os sintomas aparecem, eles são caracterizados pela:

  • Queimação e/ou dor ao urinar;
  • Dor na pelve;
  • Sensação alternada de quente/frio;
  • Vontade constante de urinar;
  • Cheiro forte na urina;
  • Sangue na urina;
  • Pus na urina;
  • Dor durante a relação sexual.

A vontade constante de urinar e a sensação de peso na bexiga são relativamente comuns durante a gravidez, o que exige atenção da gestante, especialmente em relação aos outros sintomas.

Diagnóstico

O diagnóstico preciso da infecção urinária durante a gravidez pode ser feito com a realização do exame de urina simples. Existe ainda, um teste caseiro que pode ser obtido em uma farmácia. Neste caso, a mulher pode realiza-lo sem a necessidade de acompanhamento médico. Todavia, é importante que o obstetra ou o ginecologista sejam comunicados sobre algum desconforto o quanto antes, para evitar complicações durante a gestação, decorrentes da infecção.

Tratamento

Uma vez obtido o diagnóstico de infecção urinária durante a gravidez, o tratamento é feito com administração de antibióticos. Mas quando se trata de uma pielonefrite (inflamação nos rins), que é um quadro mais grave de infecção urinária, a atenção deve ser redobrada e o tratamento tem que ser minuciosamente orientado e acompanhado por um médico, pois muitas vezes envolve o uso de antibióticos que são aplicados de maneira intravenosa e a internação da paciente por pelo menos 48 horas, até que passe o estado febril e que os sintomas da infecção desapareçam. Embora a pielonefrite seja menos comum, ela afeta um número considerável de mulheres durante a gestação.

 

Referências

https://brasil.babycenter.com/a1500658/infec%C3%A7%C3%A3o-urin%C3%A1ria-na-gravidez

https://www.tuasaude.com/infeccao-urinaria-na-gravidez/

https://www.mdsaude.com/2011/11/infeccao-urinaria-gravidez.html

http://www.guiadobebe.com.br/infeccao-urinaria/

http://www.gentside.com.br/pielonefrite/pielonefrite-aguda-tratamento-na-gravidez-o-que-e-pielonefrite_art6044.html

https://www.mdsaude.com/2009/01/pielonefrite-infeccao-dos-rins.html

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Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

A influenza, mais conhecida como gripe, está entre as viroses mais frequentes em todo o mundo e desde os primórdios da humanidade é uma das principais causas de surtos e pandemias. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que cerca de 10% da população é infectada anualmente pelo vírus influenza e que 1,2 bilhão de pessoas apresentam risco elevado de desenvolver complicações ocasionadas por esta doença.

Mas, o que a Climed quer enfatizar neste ARTIGO é que a influenza pode ser prevenida por meio de vacinação. Desta forma, com a finalidade de esclarecer todas as dúvidas que ainda possam existir sobre o assunto, separamos abaixo as principais perguntas e respostas sobre a Vacina da Gripe. Confira se alguma das suas dúvidas também está entre elas:

  1. Como a gripe é causada?

Segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a influenza possui subtipos e é causada por mais de um vírus, que são classificados como A e B. No subtipo A que é o mais frequente a afetar os humanos, está presente o H1N1 e H3N2 e, no subtipo B, está o Victoria e o Yamagata.

  1. Quais grupos de pessoas estão mais vulneráveis à gripe?

Pessoas de todas as idades são suscetíveis à infecção pelo vírus influenza. Mas, a alguns grupos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, o que é o caso dos idosos, crianças (a partir dos seis meses até os cinco anos de idade), gestantes, profissionais da saúde, professores da rede pública ou privada e portadores de doenças crônicas.

Dentro daqueles 1,2 bilhão de infectados que potencialmente podem desenvolver complicações relacionadas à influenza que citamos anteriormente, cerca de 385 milhões são idosos acima de 65 anos, 140 milhões são crianças e 700 milhões possuem doenças crônicas.

  1. Como ocorre a transmissão da gripe?

O vírus influenza pode ser facilmente transmitido pelas secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada. Desta forma, ao falar, espirrar ou tossir já é possível que a transmissão da gripe seja feita. Isso também pode ocorrer por meio do contato das mãos com superfícies contaminadas. Neste caso, a pessoa que carrega o agente infeccioso nas mãos, ao leva-las diretamente para a boca, nariz e olhos pode se infectar.

  1. Não me imunizei e acho que estou com a gripe. Quais sintomas podem confirmar isso?

Diferente dos resfriados (causados por outros vírus), segundo a SBIm, a gripe caracteriza-se pelo início súbito de sintomas como: febre, dores musculares, tosse, dor de garganta, coriza, calafrios, tremores, dor de cabeça e falta de apetite. A infecção ocasionalmente dura uma semana e os sintomas podem persistir por alguns dias. Em alguns casos, principalmente nos grupos de maior risco, a doença pode evoluir com complicações respiratórias como pneumonia viral ou bacteriana, levando o infectado até mesmo à morte.

  1. Existe mais do que um tipo de vacina?

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Neste ano a vacina é a Trivalente ou Quadrivalente (Tetravalente). A única diferença entre elas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B e a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B. Tanto a vacina Trivalente como a Quadrivalente são eficazes.

  1. Estou grávida, posso tomar a Vacina da Gripe?

Não só pode como deve! As gestantes estão presentes no grupo prioritário para a vacinação pelo maior risco de desenvolverem complicações e porque é por meio delas que os anticorpos podem ser transferidos ao bebê, também garantindo proteção contra a doença nos primeiros meses de vida.

  1. Após me vacinar contra a gripe, posso ficar gripado ou desenvolver outras reações?

A informação de que é possível pegar a gripe por meio da própria vacinação não é verdade, isso porque a vacina é constituída por vírus inativados, fracionados e purificados que não causam a doença. O que normalmente acontece é que, como a vacina da gripe é aplicada durante o outono e inverno, é bastante comum que outros tipos de vírus, exceto os que constam na vacina, causem a gripe.

Ao tomar a vacina da gripe, é possível que manifestações benignas como dor e inflamação e endurecimento no local da aplicação, febre e mal-estar que persistem por um ou dois dias aconteçam. Entretanto, esses efeitos colaterais são raros, manifestando-se em apenas 1% das pessoas imunizadas.

 

Referências

Vacinas influenza no Brasil em 2018

https://sbim.org.br/images/files/nota-tecnica-influenza-vacinas-0604-2018a.pdf

As vacinas da gripe que foram autorizadas para distribuição no Brasil

https://saude.abril.com.br/medicina/as-vacinas-da-gripe-que-foram-autorizadas-para-distribuicao-no-brasil/

Saiba mais sobre as vacinas contra a gripe disponíveis no Brasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/saiba-mais-sobre-vacinas-contra-gripe-disponiveis-no-brasil

Vacina Gripe (Influenza) — Trivalente ou Quadrivalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/68-vacina-gripe-influenza

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Você sabe o que é Gravidez Ectópica?

Você sabe o que é Gravidez Ectópica?

Dados do Ministério da Saúde revelam que no ano de 2016 foram registradas no Brasil mais de nove mil internações devido à gravidez ectópica. Mas, você sabe o que é essa condição que acomete 1% da população feminina?

Gravidez ectópica é considerada toda gestação que ocorre fora da cavidade uterina, ou seja, quando o óvulo fecundado se instala e se desenvolve fora do útero. Na maior parte das vezes ela ocorre na tuba (trompa) uterina, por isso é tão comum ouvir falar que “a mulher teve uma gravidez tubária ou nas trompas”.

É importante ressaltar, que embora seja raro, a gravidez ectópica também pode acontecer no ovário, no colo do útero (gravidez cervical), na região intersticial (gravidez cornual) e no abdômen (nesta localização a gravidez pode chegar próximo aos nove meses).

Diagnóstico e sintomas

Apesar do índice de casos ser relativamente baixo, diagnosticar precocemente a gravidez ectópica é fundamental para preservar a saúde da mulher. Porém, os sintomas desta condição podem passar despercebidos, já que a maioria começa entre a sexta e a oitava semana de gestação e é muito semelhante aos sinais de uma gravidez comum, como: irregularidade menstrual, dores abdominais, mal-estar e náuseas.

Causas

Todas as mulheres correm o risco de ter uma gestação ectópica, mas considerando como base a gravidez ectópica na tuba uterina, alguns fatores podem contribuir para isso. Dentre eles:

  • Já ter tido uma gravidez ectópica anterior;
  • Infecções, inflamações ou anormalidades nas trompas, que fazem com que o embrião tenha dificuldade de percorrer o trajeto em direção ao útero;
  • Tabagismo;
  • DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) como a clamídia, um dos principais agentes causadores da doença inflamatória pélvica;
  • Uso inadequado do DIU ou pílula do dia seguinte.

Tratamento

Após a confirmação da gravidez ectópica, normalmente por meio de uma ultrassonografia transvaginal associada aos sintomas clínicos e exames laboratoriais, o próximo passo é tratar a condição. O tratamento geralmente indicado, principalmente nos casos de hemorragia interna, é a cirurgia com remoção da tuba, realizada por incisão no abdômen como de uma cesárea.

A laparoscopia, por sua vez, também é uma alternativa indicada para retirar o embrião e reparar a área danificada. Por fim, há a possibilidade de o médico indicar somente o tratamento clínico medicamentoso, com a finalidade de preservar a trompa de falópio e promover uma reabsorção do embrião pelo organismo, desde que ele esteja pequeno e sem batimentos cardíacos.

O tratamento menos invasivo deve ser decidido por um médico, que levará em consideração a complexidade da doença e sua gravidade. Após o tratamento, o recomendável é que a mulher seja orientada a procurar atendimento médico logo que suspeitar de outra futura gravidez, devido ao risco de recidiva da condição.

Referências

Gravidez ectópica: os principais sintomas, causas e tratamento

https://bebe.abril.com.br/blog/fertilidade-em-alta/gravidez-ectopica-sintomas-causas-tratamento/

O que é gravidez ectópica?

http://www.afam.com.br/noticia/o-que-e-gravidez-ectopica-/3709

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