Riscos da gravidez na adolescência

Riscos da gravidez na adolescência

A gravidez na adolescência é uma preocupação individual, mas também de saúde pública. Isso porque, segundo o relatório mais atual da OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas de 15 a 19 anos.

O índice brasileiro está acima da média latino-americana, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil. Em países como os Estados Unidos, o índice é de 22,3 nascimentos a cada mil adolescentes de 15 a 19 anos.

A gravidez na adolescência além de criar obstáculos para o desenvolvimento psicossocial da mulher, ainda faz com que o bebê fique vulnerável a riscos e doenças, tenha uma saúde mais frágil e um desenvolvimento social mais prejudicado.

A propensão de riscos na gestação precoce, normalmente, é devido à falta de preparo do corpo de uma adolescente. Mulheres nesta fase da vida ainda não possuem maturidade do sistema reprodutor, ou seja, ele ainda não foi totalmente desenvolvido. Há também problemas anatômicos comuns na adolescência como tamanho e conformidade da pelve e elasticidade dos músculos uterinos

Riscos

Geralmente, os riscos de uma gravidez na adolescência são: o aborto espontâneo ou parto prematuro. O grupo mais propenso a esses problemas está na faixa etária de 11 a 15 anos. Abaixo listamos outros fatores de riscos associados a uma gravidez precoce:

  • Pré-eclâmpsia e eclâmpsia;
  • Bebê com baixo peso ou subnutrido;
  • Complicações no parto, que pode levar a uma cesariana;
  • Infecção urinária ou vaginal;
  • Aumento do risco de depressão pós-parto;
  • Aumento do risco de rejeição ao bebê.

Leia o nosso ARTIGO sobre infecção urinária na gravidez

Outros fatores

Além da idade, o peso da adolescente também pode significar um risco, já que uma adolescente que pesa menos de 45 quilos apresenta maiores chances de gerar um bebê pequeno para a idade gestacional.

A obesidade também pode ser prejudicial, inclusive para a mãe, pois aumenta o risco de diabetes e de hipertensão arterial durante a gravidez. Se a altura da adolescente for inferior a 1,60 cm, ocorre uma maior probabilidade de ter um quadril pequeno, o que aumenta as chances de trabalho de parto prematuro e de dar à luz a um bebê muito pequeno por atraso de crescimento intrauterino.

Pré-natal

Para ter uma gestação saudável na adolescência é fundamental que a mulher realize o pré-natal. A única diferença entre o pré-natal de uma adolescente e de uma mulher adulta é a periodicidade das consultas, que deve ocorrer em um tempo menor. Dessa forma, é possível diagnosticar precocemente alguma patologia que possa surgir, considerando que há riscos maiores na gravidez precoce.

Além do pré-natal, a gestante adolescente precisa passar por consultas regulares, atividades educativas, conhecer o local do parto, ter o direito de acompanhante, além do leito e garantia de que o local em que fará o parto será adequado as suas necessidades.

Se você ainda tem dúvidas sobre a gravidez na adolescência e seus riscos, converse com um médico. A ajuda profissional é fundamental para entender melhor o processo e quais mudanças e cuidados podem ocorrer nesta fase da vida.

 

Referências

Riscos da gravidez na adolescência

https://goo.gl/hrKfJc

Gravidez na adolescência: riscos e cuidados necessários

https://goo.gl/iBpjbC

Brasil tem gravidez na adolescência acima da média latino-americana

https://goo.gl/b7rcF8

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Ultrassom Morfológico: o que detecta e qual é a sua precisão?

Ultrassom Morfológico: o que detecta e qual é a sua precisão?

Como o próprio nome sugere, o aparelho de ultrassonografia funciona com a emissão de ondas sonoras, sendo desta forma, considerado um procedimento seguro e nada invasivo.

Essas ondas emitidas, quando o aparelho de ultrassonografia toca a região abdominal, “desenham” o que existe dentro da barriga da mamãe conforme seus sons vão encontrando ou não material. Esta imagem desenhada, como você deve estar imaginando, é exatamente aquela projetada no monitor durante o exame.

O Ultrassom Morfológico é realizado no primeiro trimestre, entre a 11ª e a 14ª semana, e no segundo, entre a 18ª e a 24ª, e tem o objetivo de avaliar diversas estruturas do feto, por isso leva o nome de morfológico.

Precisão do Ultrassom Morfológico

Na primeira fase, o índice de acerto é de até 70% e na segunda, quando o feto já está bem desenvolvido com os contornos mais definidos, a confiabilidade da Ultrassonografia Morfológica chega a 90%.

O que detecta o Ultrassom Morfológico?

O exame é utilizado para detectar possíveis alterações congênitas, como a malformação do cérebro e a hidrocefalia (acúmulo de líquido na cavidade craniana), bem como problemas genéticos e cromossômicos, como a Síndrome de Down.

O exame do 1º Trimestre tem a finalidade de datar a gestação com precisão; diagnosticar abortos; avaliar o risco do feto para o desenvolvimento da Síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas; diagnosticar casos de gestação múltipla (gemelaridade) e identificar bebês que têm uma chance maior de apresentar malformações cardíacas.

Além disso, a Ultrassonografia Morfológica faz uma análise minuciosa da forma de diversos órgãos e partes do corpo do bebê, assim como da estrutura dos sistemas e membros, posição da placenta, quantidade de líquido amniótico e fluxo sanguíneo.

Segundo Trimestre

Já no 2º Trimestre de gestação é a melhor alternativa para avaliar riscos que possam existir durante o parto. Este exame mais detalhado também revela toda a anatomia do bebê, inclusive o sexo; mostra com detalhes todos os seus órgãos internos, evidenciando se há algum problema ou se o desenvolvimento do bebê está indo bem; identifica possíveis malformações, assim como a posição da placenta, a quantidade de líquido amniótico, a posição do cordão umbilical e o fluxo sanguíneo nas artérias.

 

Mamãe, ainda não sabe onde fazer este exame? Agende na Climed a sua Ultrassonografia Morfológica e garanta mais qualidade, segurança e alegria para a chegada do seu bebê!

 

Referência:

https://bebemamae.com/gravidez/ultrassom-morfologico-o-que-detecta-e-o-sua-precisao

www.clinicamedicaclimed.com.br

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Câncer de mama: sintomas, tratamentos e prevenção

Câncer de mama: sintomas, tratamentos e prevenção

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados 59.700 novos casos para o ano de 2018, o que representaria 56,33 casos para cada 100 mil mulheres.

Uma curiosidade que pouca gente sabe é que o câncer de mama também pode afetar os homens. No entanto, é bastante raro que isso aconteça, representando apenas 1% doença. Neste ARTIGO você irá conhecer os principais sintomas, tratamentos e como se prevenir do câncer de mama.

Sintomas

O sintoma mais comum do câncer de mama é a aparição de nódulos na mama, geralmente palpáveis, com mais de 1cm. No entanto, alguns outros sintomas podem aparecer:

  • Dor e/ou vermelhidão no mamilo;
  • Inchaço da mama;
  • Descamação da pele da mama ou do mamilo;
  • Irregularidades e/ou retração da pele da mama;
  • Secreção, geralmente sanguinolenta ou transparente, que sai pelo mamilo.

Tratamento

O tratamento, assim como ocorre com a grande maioria dos tipos de câncer, depende da gravidade e do estágio doença. Geralmente são combinadas sessões de quimioterapia e/ou radioterapia com a cirurgia para a retirada do tumor.

A cirurgia também pode variar: em alguns casos, apenas uma parte da mama deve ser retirada, em outros, a mama inteira, e, se os gânglios linfáticos das axilas forem afetados, também pode ser necessário retirá-los.

Prevenção

A melhor forma de prevenir-se contra o câncer de mama é adotando um estilo de vida saudável, diminuindo os fatores de risco da doença. Praticar exercícios físicos regularmente, manter uma alimentação saudável e balanceada e evitar o consumo excessivo de bebidas e cigarro são exemplos disso.

Embora não sirva como prevenção, o autoexame e a realização da mamografia conforme indicado pelo seu médico, são extremamente importantes para o diagnóstico precoce da doença. Cerca de 95% das pessoas diagnosticadas precocemente com câncer de mama são curadas. Em estágios mais avançados, essa porcentagem pode chegar a 20%, o que mostra a importância do diagnóstico obtido rapidamente para que o tratamento se inicie o quanto antes.

Participe você também ativamente do Outubro Rosa, divulgando e conscientizando pessoas próximas a você a conhecerem os métodos de prevenção e diagnóstico precoce câncer de mama. A Pravda está fazendo o seu papel, faça o seu você também!

 

Referências

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estatisticas-para-cancer-de-mama/6562/34/

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama/cancer_mama+

https://www.tuasaude.com/cancer-de-mama/

http://centrodeoncologia.org.br/tudo-sobre-cancer/cancer-de-mama/

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tipos-de-cancer-de-mama/1382/34/

http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/cancer-mama.asp

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Catapora: causas, sintomas e tratamento

Catapora: causas, sintomas e tratamento

Com certeza você já deve ter ouvido falar em Catapora, certo? Também conhecida como Varicela, a doença é caracterizada como uma infecção viral primária, aguda e altamente contagiosa.

Ao contrário do que muitos pensam a Catapora não afeta somente crianças, embora para elas a condição seja benigna e autolimitada. Adolescentes e adultos também estão suscetíveis à doença, cujo quadro clínico é até mais severo.

Há quem diga que é melhor pegar catapora para “ficar livre da doença”. Não entra nessa! Não é porque a infecção confere imunidade permanente, que a prevenção deve ser negligenciada. O vírus da Varicela (Varicela Zoster) permanece no corpo a vida toda e pode ser reativado, desencadeando outra doença: a Herpes Zoster, também conhecida como Cobreiro.

Sintomas da Catapora

O sintoma mais característico da Varicela é o surgimento de erupções cutâneas, que se apresentam nas diversas formas evolutivas, acompanhadas de uma sensação incômoda na pele e coceira.

Após algumas horas, estas erupções evoluem rapidamente para pústulas (pequenas “bolhinhas” com pus) e, posteriormente, forma crostas em 3 a 4 dias. Além disso, a Varicela pode causar febre moderada e sintomas sistêmicos, como mal estar, cansaço, dor de cabeça e perda de apetite.

Atenção!

Nos casos em que a Varicela não pôde ser evitada, é muito importante, principalmente para as crianças, não coçar as lesões, mesmo que seja uma missão quase impossível. O ato de coçá-las pode provocar feridas e desencadear uma infecção bacteriana.

Dentre outras complicações estão: a pneumonia e o comprometimento do sistema nervoso que, apesar de raras, podem levar à internação. Como falamos anteriormente, em adolescentes e adultos o quadro costuma ser mais crítico em termos fisiológicos, impondo quarentena devido ao alto risco de transmissão, sem contar a questão estética que pode ser altamente prejudicada.

Vacinação

Não espere pegar a Catapora para ficar imunizado! Existe uma forma muito mais fácil e menos dolorosa de se prevenir que é tomando a Vacina Varicela. A recomendação da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) é que a vacina seja rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Porém, todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e a SBIm ainda recomendam duas doses da Vacina Varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina SCR e, portanto, o uso da vacina SCR-V pode ser adotado.

Transmissão

A Catapora é facilmente transmitida pelo contato com a saliva ou secreções respiratórias, lesões de pele, mucosas e objetos contaminados. Como o vírus possui incubação considerada longa (de 14 a 16 dias, podendo variar de dez a 20 dias), pode-se fazer a vacinação pós-exposição até 72 horas após o primeiro contato com a pessoa doente. A infecção confere imunidade para toda a vida, e quem não teve a doença ou ainda não foi vacinado, precisa receber duas doses da vacina para se proteger.

Vacine-se com segurança e qualidade contra a Varicela na Climed!

 

Referências

Catapora (Varicela)

https://familia.sbim.org.br/doencas/84-catapora-varicela

Vacina Varicela (Catapora)

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/80-vacina-varicela-catapora

Varicela/Herpes Zoster

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/varicela-herpes-zoster

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Sarampo: devemos nos preocupar?

Sarampo: devemos nos preocupar?

Você sabia que no ano de 2016, o Brasil recebeu da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) o certificado de eliminação da circulação do vírus do Sarampo?

Embora tenha sido considerado fora de circulação, atualmente o Brasil está enfrentando dois surtos de Sarampo, nos estados de Roraima e Amazonas. Há também casos isolados relacionados nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro. De forma geral, o Brasil tem 822 casos confirmados de Sarampo em 2018.

Mas você sabe o que é essa doença, quais sintomas ela apresenta e se pode ser prevenida? Não? A Climed te responde!

Transmissão do Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa aguda extremamente contagiosa, causada por um vírus chamado Morbillivirus, que geralmente é transmitido pela fala, tosse e espirro, e pode ser contraído por pessoas em qualquer faixa etária. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade da doença, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano.

De acordo com o Ministério da Saúde, o comportamento endêmico do Sarampo varia de um local para outro, pois depende basicamente da relação entre o grau de imunidade e a suscetibilidade da população, além da circulação do vírus na área. Em alguns países, a doença é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de cinco anos de idade.

Sintomas

Os sintomas do Sarampo são divididos entre: comuns, que podem ocorrer e graves.

Comuns:

  • Irritação nos olhos;
  • Corrimento no nariz;
  • Manchas brancas na parte interna da bochecha;
  • Mal estar;
  • Tosse persistente;
  • Manchas vermelhas na pele.

Pode ocorrer:

  • Febre e convulsões;
  • Infecções nos ouvidos;
  • Conjuntivite;
  • Pneumonia;
  • Perda do apetite;

Em casos graves:

  • Lesão cerebral;
  • Infecções no encéfalo.

 

Curiosidade

Muitas pessoas que já tiveram o Sarampo costumam deixar a imunização de lado. Mas, isso é correto?

Embora quem tenha sido infectado pelo vírus do Sarampo alguma vez na vida tenha desenvolvido anticorpos para combatê-lo em uma possível recidiva, a imunização com a vacina não deve ser dispensada. O que garante que você caiu de cama por causa do Sarampo e não por outro vírus?

Realmente os sinais que o Sarampo dá são bastante identificáveis, porém para ter certeza de que realmente é Sarampo, só fazendo um exame de sangue específico. Desta forma, a não ser que o diagnóstico tenha sido certeiro e confirmado pelo médico, a melhor forma ainda de prevenir o Sarampo é vacinando-se.

Prevenção

A vacina que combate esta doença pode ser a Tríplice Viral, que protege contra três doenças causadas por vírus: Sarampo, Caxumba e Rubéola ou a Tetraviral, que inclui proteção contra a Varicela (Catapora).

Agora que você já sabe que o Sarampo pode ser prevenido, não corra o risco excluindo a proteção pela vacinação. Não tenha medo dos efeitos colaterais, até porque a injeção não costuma trazer reações adversas e, se elas surgem, são leves na maioria das vezes, enquanto a manifestação do vírus pode levar a consequências graves.

Quer entender melhor o Esquema Vacinal contra o Sarampo? Saiba mais detalhes do que é recomendo pela SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações) nos links abaixo:

 

Não sabe onde se vacinar contra o Sarampo com segurança e qualidade? Faça uma visita à Climed e tenha o atendimento que você merece!

 

Referências

Sarampo: saiba tudo sobre a doença e a vacina

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/sarampo

Sarampo

https://familia.sbim.org.br/doencas/102-sarampo

Quem já teve sarampo pode pegar de novo?

https://goo.gl/v31heg

Vacinação contra sarampo e poliomielite começa nesta segunda com campanha em todo o Brasil

https://goo.gl/JJWBrJ

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Infecção Urinária na Gravidez: sintomas, diagnóstico e tratamento

Infecção Urinária na Gravidez: sintomas, diagnóstico e tratamento

São incontáveis os problemas que a mulher fica mais suscetível a ter durante a gravidez, e, um deles é a infecção urinária. A princípio, a infecção urinária na gravidez não traz grandes riscos para o bebê, no entanto, quando não tratada, pode implicar no parto prematuro ou até mesmo no aborto espontâneo.

Neste ARTIGO você conhecerá quais são os principais sintomas, como é feito o diagnóstico e os possíveis tratamentos para a infecção urinária durante a gravidez.

Sintomas

É importante que todas as mulheres saibam que a infecção urinária durante o período de gestação pode ser assintomática, por isso, é recomendável fazer exames de urina durante a gravidez para que se possa detectar qualquer bactéria que eventualmente esteja no trato urinário.

Quando os sintomas aparecem, eles são caracterizados pela:

  • Queimação e/ou dor ao urinar;
  • Dor na pelve;
  • Sensação alternada de quente/frio;
  • Vontade constante de urinar;
  • Cheiro forte na urina;
  • Sangue na urina;
  • Pus na urina;
  • Dor durante a relação sexual.

A vontade constante de urinar e a sensação de peso na bexiga são relativamente comuns durante a gravidez, o que exige atenção da gestante, especialmente em relação aos outros sintomas.

Diagnóstico

O diagnóstico preciso da infecção urinária durante a gravidez pode ser feito com a realização do exame de urina simples. Existe ainda, um teste caseiro que pode ser obtido em uma farmácia. Neste caso, a mulher pode realiza-lo sem a necessidade de acompanhamento médico. Todavia, é importante que o obstetra ou o ginecologista sejam comunicados sobre algum desconforto o quanto antes, para evitar complicações durante a gestação, decorrentes da infecção.

Tratamento

Uma vez obtido o diagnóstico de infecção urinária durante a gravidez, o tratamento é feito com administração de antibióticos. Mas quando se trata de uma pielonefrite (inflamação nos rins), que é um quadro mais grave de infecção urinária, a atenção deve ser redobrada e o tratamento tem que ser minuciosamente orientado e acompanhado por um médico, pois muitas vezes envolve o uso de antibióticos que são aplicados de maneira intravenosa e a internação da paciente por pelo menos 48 horas, até que passe o estado febril e que os sintomas da infecção desapareçam. Embora a pielonefrite seja menos comum, ela afeta um número considerável de mulheres durante a gestação.

 

Referências

https://brasil.babycenter.com/a1500658/infec%C3%A7%C3%A3o-urin%C3%A1ria-na-gravidez

https://www.tuasaude.com/infeccao-urinaria-na-gravidez/

https://www.mdsaude.com/2011/11/infeccao-urinaria-gravidez.html

http://www.guiadobebe.com.br/infeccao-urinaria/

http://www.gentside.com.br/pielonefrite/pielonefrite-aguda-tratamento-na-gravidez-o-que-e-pielonefrite_art6044.html

https://www.mdsaude.com/2009/01/pielonefrite-infeccao-dos-rins.html

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Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

A influenza, mais conhecida como gripe, está entre as viroses mais frequentes em todo o mundo e desde os primórdios da humanidade é uma das principais causas de surtos e pandemias. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que cerca de 10% da população é infectada anualmente pelo vírus influenza e que 1,2 bilhão de pessoas apresentam risco elevado de desenvolver complicações ocasionadas por esta doença.

Mas, o que a Climed quer enfatizar neste ARTIGO é que a influenza pode ser prevenida por meio de vacinação. Desta forma, com a finalidade de esclarecer todas as dúvidas que ainda possam existir sobre o assunto, separamos abaixo as principais perguntas e respostas sobre a Vacina da Gripe. Confira se alguma das suas dúvidas também está entre elas:

  1. Como a gripe é causada?

Segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a influenza possui subtipos e é causada por mais de um vírus, que são classificados como A e B. No subtipo A que é o mais frequente a afetar os humanos, está presente o H1N1 e H3N2 e, no subtipo B, está o Victoria e o Yamagata.

  1. Quais grupos de pessoas estão mais vulneráveis à gripe?

Pessoas de todas as idades são suscetíveis à infecção pelo vírus influenza. Mas, a alguns grupos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, o que é o caso dos idosos, crianças (a partir dos seis meses até os cinco anos de idade), gestantes, profissionais da saúde, professores da rede pública ou privada e portadores de doenças crônicas.

Dentro daqueles 1,2 bilhão de infectados que potencialmente podem desenvolver complicações relacionadas à influenza que citamos anteriormente, cerca de 385 milhões são idosos acima de 65 anos, 140 milhões são crianças e 700 milhões possuem doenças crônicas.

  1. Como ocorre a transmissão da gripe?

O vírus influenza pode ser facilmente transmitido pelas secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada. Desta forma, ao falar, espirrar ou tossir já é possível que a transmissão da gripe seja feita. Isso também pode ocorrer por meio do contato das mãos com superfícies contaminadas. Neste caso, a pessoa que carrega o agente infeccioso nas mãos, ao leva-las diretamente para a boca, nariz e olhos pode se infectar.

  1. Não me imunizei e acho que estou com a gripe. Quais sintomas podem confirmar isso?

Diferente dos resfriados (causados por outros vírus), segundo a SBIm, a gripe caracteriza-se pelo início súbito de sintomas como: febre, dores musculares, tosse, dor de garganta, coriza, calafrios, tremores, dor de cabeça e falta de apetite. A infecção ocasionalmente dura uma semana e os sintomas podem persistir por alguns dias. Em alguns casos, principalmente nos grupos de maior risco, a doença pode evoluir com complicações respiratórias como pneumonia viral ou bacteriana, levando o infectado até mesmo à morte.

  1. Existe mais do que um tipo de vacina?

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Neste ano a vacina é a Trivalente ou Quadrivalente (Tetravalente). A única diferença entre elas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B e a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B. Tanto a vacina Trivalente como a Quadrivalente são eficazes.

  1. Estou grávida, posso tomar a Vacina da Gripe?

Não só pode como deve! As gestantes estão presentes no grupo prioritário para a vacinação pelo maior risco de desenvolverem complicações e porque é por meio delas que os anticorpos podem ser transferidos ao bebê, também garantindo proteção contra a doença nos primeiros meses de vida.

  1. Após me vacinar contra a gripe, posso ficar gripado ou desenvolver outras reações?

A informação de que é possível pegar a gripe por meio da própria vacinação não é verdade, isso porque a vacina é constituída por vírus inativados, fracionados e purificados que não causam a doença. O que normalmente acontece é que, como a vacina da gripe é aplicada durante o outono e inverno, é bastante comum que outros tipos de vírus, exceto os que constam na vacina, causem a gripe.

Ao tomar a vacina da gripe, é possível que manifestações benignas como dor e inflamação e endurecimento no local da aplicação, febre e mal-estar que persistem por um ou dois dias aconteçam. Entretanto, esses efeitos colaterais são raros, manifestando-se em apenas 1% das pessoas imunizadas.

 

Referências

Vacinas influenza no Brasil em 2018

https://sbim.org.br/images/files/nota-tecnica-influenza-vacinas-0604-2018a.pdf

As vacinas da gripe que foram autorizadas para distribuição no Brasil

https://saude.abril.com.br/medicina/as-vacinas-da-gripe-que-foram-autorizadas-para-distribuicao-no-brasil/

Saiba mais sobre as vacinas contra a gripe disponíveis no Brasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/saiba-mais-sobre-vacinas-contra-gripe-disponiveis-no-brasil

Vacina Gripe (Influenza) — Trivalente ou Quadrivalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/68-vacina-gripe-influenza

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Você sabe o que é Gravidez Ectópica?

Você sabe o que é Gravidez Ectópica?

Dados do Ministério da Saúde revelam que no ano de 2016 foram registradas no Brasil mais de nove mil internações devido à gravidez ectópica. Mas, você sabe o que é essa condição que acomete 1% da população feminina?

Gravidez ectópica é considerada toda gestação que ocorre fora da cavidade uterina, ou seja, quando o óvulo fecundado se instala e se desenvolve fora do útero. Na maior parte das vezes ela ocorre na tuba (trompa) uterina, por isso é tão comum ouvir falar que “a mulher teve uma gravidez tubária ou nas trompas”.

É importante ressaltar, que embora seja raro, a gravidez ectópica também pode acontecer no ovário, no colo do útero (gravidez cervical), na região intersticial (gravidez cornual) e no abdômen (nesta localização a gravidez pode chegar próximo aos nove meses).

Diagnóstico e sintomas

Apesar do índice de casos ser relativamente baixo, diagnosticar precocemente a gravidez ectópica é fundamental para preservar a saúde da mulher. Porém, os sintomas desta condição podem passar despercebidos, já que a maioria começa entre a sexta e a oitava semana de gestação e é muito semelhante aos sinais de uma gravidez comum, como: irregularidade menstrual, dores abdominais, mal-estar e náuseas.

Causas

Todas as mulheres correm o risco de ter uma gestação ectópica, mas considerando como base a gravidez ectópica na tuba uterina, alguns fatores podem contribuir para isso. Dentre eles:

  • Já ter tido uma gravidez ectópica anterior;
  • Infecções, inflamações ou anormalidades nas trompas, que fazem com que o embrião tenha dificuldade de percorrer o trajeto em direção ao útero;
  • Tabagismo;
  • DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) como a clamídia, um dos principais agentes causadores da doença inflamatória pélvica;
  • Uso inadequado do DIU ou pílula do dia seguinte.

Tratamento

Após a confirmação da gravidez ectópica, normalmente por meio de uma ultrassonografia transvaginal associada aos sintomas clínicos e exames laboratoriais, o próximo passo é tratar a condição. O tratamento geralmente indicado, principalmente nos casos de hemorragia interna, é a cirurgia com remoção da tuba, realizada por incisão no abdômen como de uma cesárea.

A laparoscopia, por sua vez, também é uma alternativa indicada para retirar o embrião e reparar a área danificada. Por fim, há a possibilidade de o médico indicar somente o tratamento clínico medicamentoso, com a finalidade de preservar a trompa de falópio e promover uma reabsorção do embrião pelo organismo, desde que ele esteja pequeno e sem batimentos cardíacos.

O tratamento menos invasivo deve ser decidido por um médico, que levará em consideração a complexidade da doença e sua gravidade. Após o tratamento, o recomendável é que a mulher seja orientada a procurar atendimento médico logo que suspeitar de outra futura gravidez, devido ao risco de recidiva da condição.

Referências

Gravidez ectópica: os principais sintomas, causas e tratamento

https://bebe.abril.com.br/blog/fertilidade-em-alta/gravidez-ectopica-sintomas-causas-tratamento/

O que é gravidez ectópica?

http://www.afam.com.br/noticia/o-que-e-gravidez-ectopica-/3709

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Anemia Infantil

Anemia Infantil

Saiba como identificar, tratar e prevenir a Anemia Infantil

Você já deve ter ouvido falar em “Anemia”, certo? Mas, você sabe por que ela acontece?

A anemia costuma surgir quando a concentração de Hb (Hemoglobina) contida nos glóbulos vermelhos encontra-se anormalmente baixa. Essa condição pode ocorrer devido a infecções crônicas, problemas hereditários sanguíneos, carência de um ou mais nutrientes essenciais para a formação da hemoglobina, como proteínas, ácido fólico, Vitaminas B12, B6 e C.

Mas, a deficiência de ferro ainda é a principal causa da anemia e até mesmo tem um nome específico para isso: “Anemia Ferropriva”. Aproximadamente 65% do ferro corporal é encontrado na hemoglobina, cuja principal função é o transporte de oxigênio e gás carbônico para o organismo. De uma forma sintetizada, o ferro é indispensável na formação da hemoglobina, o que explica a sua associação direta com a anemia.

Anemia Infantil

A anemia é um problema que pode afetar pessoas em qualquer faixa etária e as crianças não estão livres dela. Estima-se que nos países em desenvolvimento, a prevalência da anemia causada pela falta de ferro acomete principalmente crianças até os quatro anos de idade. Durante a amamentação, o leite materno supre as necessidades desse nutriente, entretanto entre nove e 12 meses de vida, quando uma dieta mais sólida é introduzida na vida da criança, a anemia costuma aparecer.

A anemia infantil também é frequente na infância, porque com o rápido crescimento e desenvolvimento da criança, o organismo precisa de uma demanda aumentada de ferro. E, muitas vezes a ingestão do nutriente é insuficiente ou é perdida devido às alterações gastrointestinais provindas, por exemplo, da alergia à proteína do leite de vaca, parasitoses intestinais, perdas diarreicas e refluxo gastroesofágico.

Como percebo que o meu filho tem anemia?

A deficiência de ferro, principal causadora da anemia, pode gerar sintomas como: palidez, fadiga, sono excessivo, inapetência e até mesmo hábitos incomuns podem ser adotados pela criança, como a ingestão de terra, sabão e gelo. Quando não tratada rapidamente, os sintomas da doença podem evoluir para a perda total do apetite, enfraquecimento do sistema imunológico, infecções constantes e até mesmo complicações neuropsicomotoras.

Precisamos lembrar que a anemia não se transforma em Leucemia. A Leucemia é um câncer que acomete a fábrica do sangue, gerando alteração em todas as células do sangue, inclusive as vermelhas, ou seja, ela é um fator que desencadeia a anemia, que neste caso não é por causa da carência de algum nutriente.

Saiba quando procurar ajuda para tratar a anemia do seu filho

Quando perceber que a criança apresenta os primeiros sinais, procure acompanhamento médico. Para que o diagnóstico da anemia infantil seja feito, o médico solicitará um exame de sangue para avaliar a quantidade de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Caso os valores apresentados pelo hemograma sejam muito baixos, geralmente abaixo de 12 g/dl, a anemia é confirmada.

Mas, como existem diversos tipos de anemia, possivelmente haverá a necessidade de realizar outros exames que tenham a capacidade de identificar a causa da doença e direcionar para o tratamento mais adequado. Se a anemia ocasionada por deficiência de ferro for detectada, o médico provavelmente analisará a quantidade de ferritina no sangue, e nos casos em que a quantidade desta substância seja inferior, é a confirmação de que existe pouco ferro no organismo.

Entretanto, vale ressaltar que se os valores de ferritina estiverem normais, mas o paciente ainda apresentar suspeitas da anemia, pode ser necessário fazer mais exames como a eletroforese da hemoglobina ou a contagem dos níveis de vitamina B12 e ácido fólico, que ajudam a identificar outros tipos de anemia.

Meu filho foi diagnosticado com anemia. O que devo fazer?

Com a confirmação do diagnóstico, virá o tratamento. Mas, não se preocupe! Normalmente as formas de tratar a anemia são simples e requer uma suplementação de ferro medicamentosa, para abastecer o organismo com este nutriente e equilibrar os níveis de hemoglobina. Na maioria dos casos, em aproximadamente 45 dias, a doença já está curada. Mas, os cuidados para evitar a reincidência da anemia ainda devem ser mantidos, como uma alimentação adequada e a realização periódica dos exames que detectam a doença.

Prevenção

O aleitamento materno até os seis meses de vida da criança é a forma primária de prevenir a anemia infantil, pois o leite contém quantidades significativas de ferro e supre as necessidades do organismo do bebê. Mas, vale ressaltar que somente o aleitamento materno traz esses benefícios na infância, introduzir leite de vaca com essa finalidade, não é indicado.

Na fase de introdução dos alimentos sólidos, priorize a carne vermelha, gema de ovo, feijão, nozes, castanhas e verduras escuras como couve, brócolis, agrião, espinafre, rúcula, pois essas são excelentes fontes de ferro.

Referências

Anemia ferropriva na infância

http://www.jped.com.br/conteudo/00-76-s298/port.asp

Anemia por deficiência de ferro

http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/dezembro/15/Anemia-por-Defici–ncia-de-Ferro.pdf

Anemia em crianças: deficiência de ferro é a causa mais comum

https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Saude/noticia/2013/12/anemia-em-criancas-deficiencia-de-ferro-e-causa-mais-comum.html  

Dieta certa pode driblar anemia em crianças

http://www.hospitalinfantilsabara.org.br/dieta-certa-pode-driblar-anemia-em-criancas/

Exames que confirmam a anemia

https://www.tuasaude.com/exames-que-confirmam-a-anemia/

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Mitos e verdades sobre a vacina da gripe

Mitos e verdades sobre a vacina da gripe

vacina da gripe 2018 terá uma proteção maior em relação à vacina de 2017. A cepa do subtipo do vírus H3N2 Singapore passa a fazer parte da composição da vacina, depois das autoridades em saúde perceberem uma maior circulação desse vírus específico, e os riscos relacionados a ele.

 

Esse é o principal motivo pelo qual, ano após ano, as pessoas são chamadas a se vacinarem contra a mesma doença. Pode parecer que se trata apenas de uma infecção, mas o vírus da gripe tem uma capacidade grande de gerar mutações e criar novas versões de si mesmo.

 

Nos Estados Unidos, uma mutação do vírus da gripe (H3N2 Hong Kong) gerou 47 mil casos no inverno de 2017, o dobro em relação ao período anterior, e a morte de 20 crianças. Essa mesma cepa já estava presente na vacina brasileira do ano passado.

 

O que aconteceu nos Estados Unidos provavelmente se deve ao fato de que as pessoas estão se vacinando cada vez menos. Todas as crianças que morreram em decorrência da Gripe , nos EUA, não haviam sido imunizadas, .

 

16 de abril começa a campanha nacional de vacinação contra a gripe em todo o território nacional. O Dia D da vacina será no dia 5 de maio.

 

Confira abaixo alguns dos mitos e verdades mais comuns envolvendo a vacina da gripe, e tire as suas dúvidas antes de se vacinar:

 

Vacina da gripe causa a doença, ao invés de proteger: mito

 

Quem se vacinou alguma vez contra a gripe e teve sintomas logo em seguida deve achar que a causadora da doença foi, de fato, a vacina – mas os infectologistas garantem que isso não é verdade. A relação de tempo entre o início da doença e a vacina não é causal. O que acontece é que a pessoa já estava no período de incubação da doença e a vacina não teve tempo de incentivar a formação dos anticorpos.

 

Além disso, a vacina contra influenza é feita a partir do vírus morto – e não vivo atenuado, como é o caso de outros imunizantes, como o da febre amarela.

 

 

A vacina causa reações importantes: mito

 

Das reações mais comuns da vacina contra gripe está dor leve e endurecimento no local da aplicação, com duração de 48 horas. Pele avermelhada, dor muscular ou febre são sintomas raros.

 

 

Tomei a vacina e fiquei gripado mesmo assim: mito

 

Se a pessoa vacinada desenvolveu sintomas de gripe, podem ser duas causas: ou ela já estava com o vírus em processo de desenvolvimento, e a vacina não pode ajudar; ou não era gripe. Muitas pessoas confundem os sintomas da gripe com os sintomas do resfriado, que é bem menos grave que a gripe. Os sintomas também são diferentes. Na gripe, a pessoa fica bem debilitada, enquanto o resfriado traz sintomas mais brandos, com pouca febre.

 

Vacina da gripe é contraindicada a quem tem alergia a ovo: verdade

 

Pessoas alérgicas a ovo devem evitar a vacina contra gripe, e essa é uma das poucas contraindicações ao imunizante. Quem estiver com febre também deve evitar se vacinar, bem como quem fizer uso de medicamentos imunossupressores.

 

Atualmente, mesmo gestantes, pessoas imunodeprimidas, desde que não estejam com uma queda muito importante dos glóbulos brancos, podem receber a vacina. Inclusive quem estiver passando pelo tratamento quimioterápico pode receber, se o médico liberar. Essas possibilidades se dão, justamente, porque a vacina não é feita de vírus vivo atenuado, mas de vírus morto.

 

Se me vacinar, protejo eu e todo mundo ao meu redor: verdade

 

Isso vale para todas as vacinas, inclusive contra a gripe. Como o organismo da pessoa imunizada desenvolve anticorpos contra aquele vírus, quando entrar em contato com ele, as células de defesa se encarregam de mata-lo. Quem estiver próximo a pessoa, e por alguma razão não foi imunizado, será protegido de forma indireta.

 

 

Estou gripado, mas estou bem para trabalhar: mito

 

Há um motivo para as empresas incentivarem a vacinação do funcionário contra a gripe: trata-se de uma doença impactante, com sintomas severos. Caso sinta-se gripado, mas ainda dê para trabalhar, provavelmente se trata de um resfriado.

“Um detalhe importante: as pessoas começam a transmitir o vírus um dia antes do início dos sintomas, e continuam nos sete dias seguintes. Então, se for diagnosticada com gripe, fique em casa para não espalhar aos colegas”, orienta Heloísa Giamberardino, pediatra.

 

Quem se vacina antes, se protege mais: verdade

 

Embora seja a mesma vacina, quem se vacinar antes do início das estações mais frias estará mais protegido pela simples questão de tempo. O vírus da gripe já está em circulação e, quando encontra uma temperatura e condições ideais, ele se desenvolve. Quanto antes se vacinar, o organismo estará preparado antes do inverno.

 

 

A vacina da gripe não é indicada a idosos e nem crianças: mito

 

Pessoas acima dos 60 anos podem, e devem, receber a vacina da gripe anualmente. Eles fazem parte do grupo de risco e ao lado deles, deverão ter prioridade e serem vacinadas de maneira antecipada na rede pública, também crianças a partir dos seis meses, até os cinco anos; gestantes, lactantes, puérperas até os 45 dias depois do parto, profissionais da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, como asma, bronquite e cardiopatas; pessoas confinadas; professores de escolas públicas e privadas.

 

10 a 15 dias é o período que o organismo leva para desenvolver os anticorpos contra o vírus da gripe, depois da vacina.

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