Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

Conheça as principais dúvidas que ainda existem sobre a vacina da gripe

A influenza, mais conhecida como gripe, está entre as viroses mais frequentes em todo o mundo e desde os primórdios da humanidade é uma das principais causas de surtos e pandemias. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que cerca de 10% da população é infectada anualmente pelo vírus influenza e que 1,2 bilhão de pessoas apresentam risco elevado de desenvolver complicações ocasionadas por esta doença.

Mas, o que a Climed quer enfatizar neste ARTIGO é que a influenza pode ser prevenida por meio de vacinação. Desta forma, com a finalidade de esclarecer todas as dúvidas que ainda possam existir sobre o assunto, separamos abaixo as principais perguntas e respostas sobre a Vacina da Gripe. Confira se alguma das suas dúvidas também está entre elas:

  1. Como a gripe é causada?

Segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a influenza possui subtipos e é causada por mais de um vírus, que são classificados como A e B. No subtipo A que é o mais frequente a afetar os humanos, está presente o H1N1 e H3N2 e, no subtipo B, está o Victoria e o Yamagata.

  1. Quais grupos de pessoas estão mais vulneráveis à gripe?

Pessoas de todas as idades são suscetíveis à infecção pelo vírus influenza. Mas, a alguns grupos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, o que é o caso dos idosos, crianças (a partir dos seis meses até os cinco anos de idade), gestantes, profissionais da saúde, professores da rede pública ou privada e portadores de doenças crônicas.

Dentro daqueles 1,2 bilhão de infectados que potencialmente podem desenvolver complicações relacionadas à influenza que citamos anteriormente, cerca de 385 milhões são idosos acima de 65 anos, 140 milhões são crianças e 700 milhões possuem doenças crônicas.

  1. Como ocorre a transmissão da gripe?

O vírus influenza pode ser facilmente transmitido pelas secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada. Desta forma, ao falar, espirrar ou tossir já é possível que a transmissão da gripe seja feita. Isso também pode ocorrer por meio do contato das mãos com superfícies contaminadas. Neste caso, a pessoa que carrega o agente infeccioso nas mãos, ao leva-las diretamente para a boca, nariz e olhos pode se infectar.

  1. Não me imunizei e acho que estou com a gripe. Quais sintomas podem confirmar isso?

Diferente dos resfriados (causados por outros vírus), segundo a SBIm, a gripe caracteriza-se pelo início súbito de sintomas como: febre, dores musculares, tosse, dor de garganta, coriza, calafrios, tremores, dor de cabeça e falta de apetite. A infecção ocasionalmente dura uma semana e os sintomas podem persistir por alguns dias. Em alguns casos, principalmente nos grupos de maior risco, a doença pode evoluir com complicações respiratórias como pneumonia viral ou bacteriana, levando o infectado até mesmo à morte.

  1. Existe mais do que um tipo de vacina?

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Neste ano a vacina é a Trivalente ou Quadrivalente (Tetravalente). A única diferença entre elas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B e a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B. Tanto a vacina Trivalente como a Quadrivalente são eficazes.

  1. Estou grávida, posso tomar a Vacina da Gripe?

Não só pode como deve! As gestantes estão presentes no grupo prioritário para a vacinação pelo maior risco de desenvolverem complicações e porque é por meio delas que os anticorpos podem ser transferidos ao bebê, também garantindo proteção contra a doença nos primeiros meses de vida.

  1. Após me vacinar contra a gripe, posso ficar gripado ou desenvolver outras reações?

A informação de que é possível pegar a gripe por meio da própria vacinação não é verdade, isso porque a vacina é constituída por vírus inativados, fracionados e purificados que não causam a doença. O que normalmente acontece é que, como a vacina da gripe é aplicada durante o outono e inverno, é bastante comum que outros tipos de vírus, exceto os que constam na vacina, causem a gripe.

Ao tomar a vacina da gripe, é possível que manifestações benignas como dor e inflamação e endurecimento no local da aplicação, febre e mal-estar que persistem por um ou dois dias aconteçam. Entretanto, esses efeitos colaterais são raros, manifestando-se em apenas 1% das pessoas imunizadas.

 

Referências

Vacinas influenza no Brasil em 2018

https://sbim.org.br/images/files/nota-tecnica-influenza-vacinas-0604-2018a.pdf

As vacinas da gripe que foram autorizadas para distribuição no Brasil

https://saude.abril.com.br/medicina/as-vacinas-da-gripe-que-foram-autorizadas-para-distribuicao-no-brasil/

Saiba mais sobre as vacinas contra a gripe disponíveis no Brasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/saiba-mais-sobre-vacinas-contra-gripe-disponiveis-no-brasil

Vacina Gripe (Influenza) — Trivalente ou Quadrivalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/68-vacina-gripe-influenza

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Mitos e verdades sobre a vacina da gripe

Mitos e verdades sobre a vacina da gripe

vacina da gripe 2018 terá uma proteção maior em relação à vacina de 2017. A cepa do subtipo do vírus H3N2 Singapore passa a fazer parte da composição da vacina, depois das autoridades em saúde perceberem uma maior circulação desse vírus específico, e os riscos relacionados a ele.

 

Esse é o principal motivo pelo qual, ano após ano, as pessoas são chamadas a se vacinarem contra a mesma doença. Pode parecer que se trata apenas de uma infecção, mas o vírus da gripe tem uma capacidade grande de gerar mutações e criar novas versões de si mesmo.

 

Nos Estados Unidos, uma mutação do vírus da gripe (H3N2 Hong Kong) gerou 47 mil casos no inverno de 2017, o dobro em relação ao período anterior, e a morte de 20 crianças. Essa mesma cepa já estava presente na vacina brasileira do ano passado.

 

O que aconteceu nos Estados Unidos provavelmente se deve ao fato de que as pessoas estão se vacinando cada vez menos. Todas as crianças que morreram em decorrência da Gripe , nos EUA, não haviam sido imunizadas, .

 

16 de abril começa a campanha nacional de vacinação contra a gripe em todo o território nacional. O Dia D da vacina será no dia 5 de maio.

 

Confira abaixo alguns dos mitos e verdades mais comuns envolvendo a vacina da gripe, e tire as suas dúvidas antes de se vacinar:

 

Vacina da gripe causa a doença, ao invés de proteger: mito

 

Quem se vacinou alguma vez contra a gripe e teve sintomas logo em seguida deve achar que a causadora da doença foi, de fato, a vacina – mas os infectologistas garantem que isso não é verdade. A relação de tempo entre o início da doença e a vacina não é causal. O que acontece é que a pessoa já estava no período de incubação da doença e a vacina não teve tempo de incentivar a formação dos anticorpos.

 

Além disso, a vacina contra influenza é feita a partir do vírus morto – e não vivo atenuado, como é o caso de outros imunizantes, como o da febre amarela.

 

 

A vacina causa reações importantes: mito

 

Das reações mais comuns da vacina contra gripe está dor leve e endurecimento no local da aplicação, com duração de 48 horas. Pele avermelhada, dor muscular ou febre são sintomas raros.

 

 

Tomei a vacina e fiquei gripado mesmo assim: mito

 

Se a pessoa vacinada desenvolveu sintomas de gripe, podem ser duas causas: ou ela já estava com o vírus em processo de desenvolvimento, e a vacina não pode ajudar; ou não era gripe. Muitas pessoas confundem os sintomas da gripe com os sintomas do resfriado, que é bem menos grave que a gripe. Os sintomas também são diferentes. Na gripe, a pessoa fica bem debilitada, enquanto o resfriado traz sintomas mais brandos, com pouca febre.

 

Vacina da gripe é contraindicada a quem tem alergia a ovo: verdade

 

Pessoas alérgicas a ovo devem evitar a vacina contra gripe, e essa é uma das poucas contraindicações ao imunizante. Quem estiver com febre também deve evitar se vacinar, bem como quem fizer uso de medicamentos imunossupressores.

 

Atualmente, mesmo gestantes, pessoas imunodeprimidas, desde que não estejam com uma queda muito importante dos glóbulos brancos, podem receber a vacina. Inclusive quem estiver passando pelo tratamento quimioterápico pode receber, se o médico liberar. Essas possibilidades se dão, justamente, porque a vacina não é feita de vírus vivo atenuado, mas de vírus morto.

 

Se me vacinar, protejo eu e todo mundo ao meu redor: verdade

 

Isso vale para todas as vacinas, inclusive contra a gripe. Como o organismo da pessoa imunizada desenvolve anticorpos contra aquele vírus, quando entrar em contato com ele, as células de defesa se encarregam de mata-lo. Quem estiver próximo a pessoa, e por alguma razão não foi imunizado, será protegido de forma indireta.

 

 

Estou gripado, mas estou bem para trabalhar: mito

 

Há um motivo para as empresas incentivarem a vacinação do funcionário contra a gripe: trata-se de uma doença impactante, com sintomas severos. Caso sinta-se gripado, mas ainda dê para trabalhar, provavelmente se trata de um resfriado.

“Um detalhe importante: as pessoas começam a transmitir o vírus um dia antes do início dos sintomas, e continuam nos sete dias seguintes. Então, se for diagnosticada com gripe, fique em casa para não espalhar aos colegas”, orienta Heloísa Giamberardino, pediatra.

 

Quem se vacina antes, se protege mais: verdade

 

Embora seja a mesma vacina, quem se vacinar antes do início das estações mais frias estará mais protegido pela simples questão de tempo. O vírus da gripe já está em circulação e, quando encontra uma temperatura e condições ideais, ele se desenvolve. Quanto antes se vacinar, o organismo estará preparado antes do inverno.

 

 

A vacina da gripe não é indicada a idosos e nem crianças: mito

 

Pessoas acima dos 60 anos podem, e devem, receber a vacina da gripe anualmente. Eles fazem parte do grupo de risco e ao lado deles, deverão ter prioridade e serem vacinadas de maneira antecipada na rede pública, também crianças a partir dos seis meses, até os cinco anos; gestantes, lactantes, puérperas até os 45 dias depois do parto, profissionais da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, como asma, bronquite e cardiopatas; pessoas confinadas; professores de escolas públicas e privadas.

 

10 a 15 dias é o período que o organismo leva para desenvolver os anticorpos contra o vírus da gripe, depois da vacina.

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A Importância da Vacinação

A Importância da Vacinação

Descoberta há mais de 200 anos, a vacinação é um dos meios mais eficazes de estimular a defesa do organismo contra vírus e bactérias que provocam desde doenças simples, até as mais graves. Com a evolução da tecnologia, também ocorreu o desenvolvimento na forma de preparar as vacinas. Atualmente, elas são produzidas em laboratórios, a partir de vírus e bactérias enfraquecidas ou mortas e alguns de seus derivados.

Em geral, elas são aplicadas por meio de injeção ou via oral (“gotinha”?) e gera no corpo da pessoa imunizada defesa, bem como anticorpos que permanecem no organismo e evitam que a doença, para qual ocorreu a imunização, não se manifeste no futuro.

Vacinar-se é adotar inteiramente a premissa: “prevenir é melhor do que remediar”, visto que tratar uma doença sempre é o caminho mais difícil, pois existem condições patológicas que levam até à morte. Embora seja um ato individual, a vacinação muitas vezes age coletivamente, isto é, quanto mais pessoas se protegem, a chance de epidemia de qualquer doença reduz drasticamente.

Estudos mostram que diversas doenças preveníveis pela vacinação podem ser exterminadas completamente, porém, apenas a Varíola é considerada erradicada no mundo, tendo seu último registro de incidência feito no ano de 1977.

Fique atento!

Estar com o cartão de vacinação em dias não é só para as crianças:

  • Os idosos precisam se imunizar contra a gripe (anualmente), pneumonia e tétano;
  • Para as mulheres em idade fértil é indicada a vacina contra a rubéola e tétano. Caso na adolescência não tenham se vacinado contra a HPV, também é possível fazer na fase adulta;
  • Pessoas que trabalham diretamente com a saúde, viajantes com destino a áreas de risco e outros grupos de pessoas com características específicas devem seguir algumas recomendações de vacinação.

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Surto de febre amarela – Informativo

Surto de febre amarela – Informativo

Apesar de as pessoas estarem perdendo o interesse pela vacina, a febre amarela continua avançando. O novo boletim do Ministério da Saúde aponta, pela primeira vez, um maior número de casos e mortes entre a temporada 2017/2018 do que na 2016/2017.

De 1º de julho de 2017 a 28 de fevereiro de 2018, foram confirmados 723 casos da doença e 237 óbitos no Brasil. No mesmo espaço de tempo do período anterior, foram 576 episódios da infecção, com 184 falecimentos.

Os estados mais afetados seguem sendo Minas Gerais (314 casos e 103 mortes), São Paulo (307 casos e 95 mortes) e Rio de Janeiro (96 casos e 38 mortes). O Espírito Santo também acusou cinco episódios de febre amarela, enquanto o Distrito Federal confirmou um. Há ainda 785 casos suspeitos sendo avaliados do sul ao norte do país.

Para ter ideia, antes da onda de febre amarela dos últimos tempos, o ano 2000 era o com maior número de casos desde 1980, quando o governo começou a notificar os casos. Na época, foram 40 mortes – bem menos do que os 237 atuais.

O que o Ministério diz

Apesar desses números, o governo afirma que a incidência de febre amarela do atual surto é menor. Como assim?

Vamos explicar o argumento passo a passo: o vírus transmissor da doença atualmente está circulando por áreas metropolitanas do país que envolvem uma maior concentração de pessoas. A cidade de São Paulo, por exemplo, até pouco tempo atrás não registrava habitantes com a enfermidade.

Em resumo, o contingente de brasileiros que vivem em áreas suscetíveis à febre amarela é, hoje, de 32,3 milhões de pessoas, de acordo com o ministério. Fazendo as contas, isso dá 2,2 casos para cada 100 mil habitantes dessas áreas de risco.

Já na sazonalidade passada, a febre amarela se restringia a locais com muitas matas – que punham em risco 8 milhões de indivíduos. Isso dá 7,1 casos para cada 100 mil moradores.

Dito de outro jeito, o Ministério da Saúde alega que o surto do momento não é mais intenso dentro das áreas acometidas pela febre amarela. Mas, cá entre nós, ele é ao menos mais amplo – o que justificaria uma campanha de vacinação em todo o país, que já está sendo estudada.

O que eu devo fazer

Antes de tudo, se você está em uma região que faz parte das campanhas de vacinação e não está imunizado, é fundamental que tome a injeção contra a febre amarela. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia estão com campanhas em andamento.

Até agora, a adesão está baixa – um fato no mínimo curioso, uma vez que, no início do ano, as filas para conseguir as doses eram enormes. Além disso,

Se você mora ou vai visitar regiões com recomendação da vacina, precisa se vacinar. Tenha certeza: nesses casos, o risco da reação adversa  é muito, mas muito menor do que o de sofre pra valer com a doença em si.

Um recado final: pense nas vacinas em geral como medidas preventivas. Elas até funcionam em casos de emergência, mas o seu verdadeiro potencial é evitar que os primeiros casos de quaisquer infecções surjam ou se alastrem. E, para isso, você precisa se antecipar e respeitar as recomendações de vacinação sempre.

 

Referência:https://saude.abril.com.br/

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Febre Amarela em Osasco – Informativo

Febre Amarela em Osasco – Informativo

Febre Amarela em Osasco – Informativo

A febre amarela é uma doença causada por um vírus, sendo transmitida por mosquitos. A doença pode ocorrer nas regiões de matas e nos ambientes silvestres, por esta razão chamada febre amarela silvestre, quando a doença ocorre nas cidades é chamada de febre amarela urbana.

A febre amarela silvestre é transmitida por mosquitos chamados de Haemagogus e Sabethes. A febre amarela urbana é transmitida pelo Aedes aegypti. Os últimos casos de febre amarela urbana no Brasil ocorreram em 1942, no Acre. Apesar das duas formas da doença, não há diferença de sinais e sintomas. Não há relatos de transmissão de febre amarela direta entre pessoas.

O vírus ocorre em locais de clima tropical sendo mais comum na América do Sul e na África. A doença é chamada assim, porque o paciente pode ficar com o corpo todo amarelo, condição chamada de icterícia. Apesar de ser considerado um vírus perigoso, pois pode causar formas graves e morte, a maioria das pessoas não apresenta sintoma e evolui para a cura.

Risco de adoecer por febre amarela

Qualquer pessoa não vacinada que resida ou viaje para as áreas com risco de transmissão da doença possui risco de contrair a febre amarela. O risco é maior para as pessoas com mais de 60 anos de idade e qualquer pessoa com alterações no sistema de defesa, como pessoas vivendo com HIV/Aids, transplantados, pessoas com doenças reumatológicas que usam imunossupressores, entre outros.

Sintomas

A maioria das pessoas que adquire o vírus da febre amarela não apresenta sintomas. Quando os sintomas aparecem, as pessoas têm febre baixa, dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas, dor de cabeça, dor nas articulações, náuseas e vômito e fraqueza. Esses sintomas duram entre três e quatro dias podendo desaparecer. Alguns pacientes podem ter sintomas mais graves cerca de 24 horas após a recuperação dos sintomas mais simples. Existem casos que já começam com sinais bastante graves, atingindo vários órgãos do corpo, principalmente o fígado e os rins. Os sintomas dessa fase são febre alta, icterícia (amarelidão) pela inflamação no fígado, vômitos com sangue, urina escura, sangramentos de pele e olhos avermelhados. Em casos mais graves o paciente pode evoluir muito mal e morrer.

Tratamento

Não existem medicamentos específicos contra o vírus da febre amarela. Não devem ser utilizados antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico (AAS). As formas graves são tratadas no ambiente hospitalar.

Como evitar a febre amarela

a. Passos para a prevenção de picada do mosquito

> Usar camisas de mangas longas, calças compridas de preferência de cor clara.

> Ficar em lugares fechados com ar condicionado ou que tenham janelas e portas com tela para evitar a entrada de mosquitos.

>Dormir debaixo de mosquiteiro.

>Evitar o uso de perfumes durante atividades ao ar livre nos ambientes de matas silvestres.

>Usar repelentes adequados. Quando usados como orientado são seguros e eficazes mesmo na gestação ou amamentação. Sempre seguir as orientações das bulas. o Evitar uso de produtos com associação de repelente e protetor solar na mesma formulação. o Se for usar protetor solar, aplicá-lo antes da aplicação do repelente.

Para crianças: o Não usar repelente em crianças com menos de 2 meses de idade. o Vestir as crianças com roupas que cubram braços e pernas. o Cobrir berços e carrinhos com mosqueteiro impregnado com permetrina. o Não aplicar repelente nas mãos das crianças.

> Pode-se utilizar roupas impregnadas com permetrina. o Não usar produtos com permetrina diretamente na pele.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) só recomenda o uso de repelentes em crianças maiores de 2 anos. Internacionalmente, recomenda-se o uso a partir de 2 meses, exceto o eucalipto limão que só deve ser usado a partir de 3 anos.

b. Vacinação contra a febre amarela A forma mais eficaz de evitar a febre amarela é por meio da vacinação. A vacina é constituída de vírus vivo atenuado, isso quer dizer que ele foi enfraquecido para não causar doenças em pessoas saudáveis. O vírus age estimulando o organismo a produzir a própria proteção contra o vírus e o efeito aparece cerca de 10 dias após a injeção. Apresenta eficácia acima de 97,5% e a proteção persiste por mais de 40 anos.

Quem deve receber a vacina

A vacina está indicada a partir dos 9 meses de idade. Porém, em condições de surto, poderá ser antecipada para os 6 meses de idade. A aplicação é por via subcutânea. No Brasil, são recomendadas duas doses:

>Crianças: a primeira dose aos 9 meses e 1 dose de reforço aos 4 anos;

> Crianças maiores de 5 anos de idade não vacinados, ou adultos não vacinados: deve ser aplicada 1 dose, com um reforço em 10 anos.

> Maiores de 5 anos com 1 dose realizada antes dos 5 anos de idade: 1 dose de reforço.

Quem não pode receber a vacina (contraindicações)

Nem todas as pessoas podem ou devem receber a vacina, necessitando sempre indicação médica. Algumas situações clínicas aumentam o risco de complicações com a vacina, e contraindicam a aplicação, como as citadas abaixo:

> Pessoas com alergia a algum componente da vacina e alergia a ovos e derivados;

>Doenças que levam a alterações no sistema de defesa nascidas com a pessoa ou adquiridas, incluindo as terapias, como quimioterapia e doses elevadas de corticosteroides;

> Histórico de doença do timo (órgão linfático), incluindo a miastenia grave, timoma (câncer no timo) ou remoção do timo anteriormente;

> Indivíduos sintomáticos infectados pelo HIV que estejam doentes ou apresentam defesas baixas (CD4 abaixo de 200 células/mm3 );

>Crianças menores de 6 meses de idade.

Situações que necessitam avaliação especial

Há situações especiais na qual a indicação da vacinação deverá ser avaliada pelo seu médico que irá expor qual o risco e o benefício de receber ou não a vacina. Alguns exemplos que seu médico deve avaliar:

>Crianças entre seis e oito meses; 

>Pessoas com idade acima de 60 anos;

>Gestantes;

>Mulheres amamentando crianças menores de seis meses.

Reações que podem ocorrer após a vacinação

As reações que podem acontecer após a vacinação são raras, mas quando ocorrem, necessitam ser avaliadas pelo médico.

>Reações muito comuns: dor de cabeça, reações no local de aplicação como dor, vermelhidão, hematomas, inchaços, que podem ocorrer em até 2 dias depois da vacina;

> Reações comuns: náusea, diarreia, vômito, dor muscular, febre e cansaço, que podem ocorrer após o terceiro dia da vacina;

> Reações incomuns (menos de 0,1% dos pacientes): problemas neurológicos, como infecção no sistema nervoso, que ocorrem de 7 a 21 dias depois da aplicação da vacina;

>Reações raríssimas (poucos casos descritos no mundo): dor abdominal e dor nas articulações, icterícia (amarelão), falta de ar, urina escura, sangramentos, perda da função do rim, que pode ocorrer em até 10 dias após a aplicação da primeira dose de vacina.

Reverência: www.infectologia.org.br/

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Vacinação no bebê: quais os cuidados

Vacinação no bebê: quais os cuidados

Nesta postagem falamos sobre Vacinação no bebê: quais os cuidados. Sabemos que não tem nada melhor do que proteger o seu filho das doenças do que manter o calendário de vacinação dele em dia. As vacinas para os nossos bebês são indispensáveis no cuidado da saúde do nosso pequeno. Nos 6 primeiros meses de vida, as principais vacinas devem ser aplicadas, para que assim, evitem doenças futuras, que pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Imunização, são consideradas graves.

É super importante nos conscientizarmos de que todas as vacinas são necessárias. Neste artigo, separamos apenas 6 das principais vacinas que os nossos bebês devem tomar nos seus primeiros meses de vida.

 

  1. BCG

Essa é uma das primeiras vacinas que o bebê irá tomar. Ela previne contra as formas da tuberculose grave e é aplicado no braço direito. Sabe aquela marquinha que você tem no seu braço? É o sinal de que você tomou a vacina.

As suas reações imediatas são raras, porém após 2 ou 3 semanas pode aparecer um nódulo no local da aplicação, o que leva a cicatriz que conhecemos. Ela é administrada em uma dose única logo após o nascimento.

  1. HEPATITE B

Essa vacina previne contra o vírus da Hepatite B, que pode atingir em qualquer etapa da vida. Por isso é necessário sempre tomar as vacinas para se manter prevenido.

No caso dos bebês ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira nas primeiras horas de vida. A segunda quando completar 2 meses e a terceira aos 6 meses.

  1. POLIOMIELITE

Ela previne contra a paralisia infantil, e é administrada em 3 doses, podendo ser aplicada por via oral ou injetável. A sua primeira dose é feita aos 2 meses de idade. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

A poliomielite possui dois reforços, que devem ser tomados aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

  1. TRÍPLICE BACTERIANA

A tríplice bacteriana, ou como também é conhecida, DTP, previne o bebê da difteria, do tétano e da coqueluche. Ela pode causar reações como dor, irritação e um pouco de febre, no entanto, elas costumam ser leves.

Ela é aplicada em 3 doses. A primeira aos 2 meses. A segundo aos 4 meses e a terceira aos 6 meses. Os reforços da DTP devem ser ministrados entre os 15 e 18 meses e entre os 4 e 6 anos de idade

  1. PNEUMOCÓCICA

Esta vacina protege contra a bactéria causadora da pneumonia e da meningite. Ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira aos 2 meses. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

O seu reforço deve ser aplicado entre os 15 e 18 meses de idade.

  1. ROTAVÍRUS

O rotavírus é o agente causador da diarreia. A vacina deve ser aplicada em duas doses, sendo a primeira aos 2 meses e a segundo aos 4 meses.

Agora que já sabemos algumas das principais vacinas, precisamos saber quais cuidados devemos ter no dia da vacinação e após a mesma, certo?

No dia da vacinação alguns cuidados com os nossos bebês devem ser tomados. Antes não é necessário um cuidado especial. Ele somente deve ser feito no caso da vacina Meningocócica B, pois o bebê pode apresentar febre, por isso é indicado o antitérmico, que pode ser tomado na hora da vacina ou quando estiver saindo de casa. Converse com o seu pediatra sobre qual medicamento tomar.

Dificilmente o bebê não deve ser vacinado. Se ele apresentar um leve resfriado ou alguma outra patologia leve, pode sim tomar as vacinas. Se por um acaso ele estiver com gripe severa ou outra doença mais grave, é necessário aguardar até que ele melhora para tomar as vacinas pendentes.

Não é comum apresentar reações graves à primeira dose. Se isso ocorrer, não deve-se tomar as doses seguintes da vacina e informe ao pediatra sobre a reação.

Quando for levar o seu bebê para tomar a vacina, é essencial verificar alguns cuidados que são indicados pela Sociedade Brasileira de Imunização. Veja quais são eles:

  • As vacinas devem estar armazenadas em refrigeradores adequados
  • Os refrigeradores devem obter controle de temperatura
  • A temperatura do refrigerador deve estar entre +2°C e +8°C
  • As vacinas devem ser retiradas apenas no momento do preparo para aplicação
  • A caixa da vacina deve estar lacrada
  • A vacina que será administrada, deve ser a mesma aplicada
  • A vacina tem que estar dentro da validade
  • A vacina deve ser preparada no exato momento da administração
  • Agulha e seringa descartáveis.

Após a vacinação, fique atento ao comportamento do bebê. É esperado que o local da injeção fique inchado, vermelho e quente. Diante dessas reações, coloque uma compressa gelado em cima do local da aplicação. A febre não é algo raro, por isso que o antitérmico é uma opção.

Mas, fique atento! Qualquer alteração a saúde deve ser informado ao serviço de vacina e ao pediatra. Os efeitos adversos são esperados nas primeiras 48 horas.

Para ver o calendário de vacinação, CLIQUE AQUI!

A Climed tem todas as vacinas necessárias para deixar o seu bebê saudável e protegido!

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Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Julho é mês de férias, o que deve aumentar a atenção dos pais em relação aos seus filhos. Além disso, julho marca o início do inverno e, consequentemente a gripe comum e a H1N1.

A vacinação infantil ensina o sistema imunológico a reconhecer os agentes agressores que podem provocar doenças, assim como ensiná-lo as reagir produzindo anticorpos capazes de combate-los. Na preparação das vacinas, pode ser utilizado um componente do agente agressor, ou seja, o agente agressor numa forma moderada, ou morto, ou outro agente que seja semelhante ao causador da doença.

Por isso, a vacinação infantil é importante e, é quando surge muitas dúvidas em relação a vacinação, confira abaixo as principais perguntas.

Qual é a vacina indicada para crianças de 6 até 3 anos?

Tanto a vacina Trivalente quanto a vacina Quadrivalente podem ser utilizadas, a vacina Quadrivalente tem duas cepas do vírus Influenza A e duas cepas do vírus Influenza B e dessa forma oferece uma maior proteção.

Qual a diferença entre Trivalente a Quadrivalente?

Vacina Trivalente:  A vacina compreende duas cepas do vírus Influenza A e uma cepa do vírus Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina;

Vacina Quadrivalente: A Quadrivalente possui duas cepas de Influenza A e duas Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina.

Qual a diferença da vacina pediátrica da vacina adulta?

A composição e a mesma, o que altera é a dosagem.

As vacinas protegem contra os resfriados?

Não. Primeiro temos que diferenciar a gripe do resfriado.  A gripe é causada pelo vírus Influenza e provoca dores pelo corpo, febre e pode gerar complicações como a pneumonia. Já o resfriado tem sintomas suaves e com menor duração.

Crianças devem tomar quantas doses?

Todas as crianças abaixo de 9 anos de idade, que tomaram a vacina para Influenza pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

Qual a contraindicação da vacina?

A principal é a alergia grave ao ovo.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco, estamos à disposição. Saiba mais sobre a Climed, clique aqui.

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12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

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12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe: Ver o filho doente é uma das piores coisas que existem e nesses momentos temos uma sensação de tristeza por ver nossos pequeninos sofrendo, não é mesmo? Por isso é tão importante prevenir as doenças e criar hábitos saudáveis para as crianças. Fortalecendo sua imunidade, muitos problemas serão evitados. Neste artigo de hoje, vamos mostrar 12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe e que vão ajudar seu filho a ter uma saúde de ferro. Venha conferir!

Como já diz o velho ditado “é melhor prevenir do que remediar”, por isso nada melhor do que prevenir os nossos pequenos da gripe.

  • 1. Ofereça líquidos para o pequeno: A hidratação é importante para prevenir infecções urinárias e deixar os canais aéreos das crianças umedecidos, ajudando a evitar alergias e irritações, que podem surgir por causa do tempo. Lembre-se sempre de dar água, sucos naturais e água de coco. Ensine – o a se hidratar sempre, assim ele manterá o hábito quando você não estiver por perto, na escola, por exemplo.
  • 2. Garanta uma boa alimentação: Alimentos como frutas, carnes, legumes e verduras são alimentos ricos em nutrientes e que garantem a saúde de qualquer pessoa. Por isso, ofereça sempre comidas saudáveis ao seu filho. Inclua também na alimentação alimentos ricos em vitamina C, como laranja, acerola, limão, brócolis e espinafre, pois eles ajudam a deixar a imunidade mais forte. Se houver resistência na hora de consumir alguns itens, você pode fazer apresentações lúdicas para estimular o consumo.
  • 3. Acostume o pequeno a lavar as mãos: Ensine seu filho a importância de higienizar bem as mãos, antes das refeições, após usar o banheiro, na hora de escovar os dentes, depois de brincar. Essa prática ajuda a evitar o contágio de doenças e seu filho deve-se acostumar a ela. Músicas e vídeos interativos podem ajudar na estimulação.
  • 4. Limpe bem o nariz do seu filho: Alergias e problemas respiratórios podem acometer as crianças no outono, por isso é fundamental limpar bem o nariz, desobstruindo as vias áreas e hidratando-as. O soro fisiológico é uma excelente medida, só fique atenta à forma de aplica-lo. Em caso, de dúvidas, converse com o pediatra do pequeno para saber qual é a melhor maneira de usar o soro.
  • 5. Tente evitar grandes variações de temperatura: A vida é corrida e sabemos que nem sempre é possível. Mas quando puder escolher, evite sair com seu filho desagasalhado no começo da manhã ou quando estiver anoitecendo, períodos em que a temperatura costuma ser mais baixa no outono. Também se atente quando expor a criança ao ar-condicionado do carro nos dias mais quentes.
  • 6. Agasalhe com cautela: A melhor opção é vestir o filhote em camadas, assim eles podem tirar ou colocar as peças de acordo com o tempo e assim não correm o risco de desidratar, devido ao excesso de roupa.
  • 7. Cuide da limpeza da casa: Verifique que tudo esteja limpo e bem higienizado dentro de casa. Mofos e ácaros podem prejudicar a saúde das crianças.
  • 8. Aproveite o sol pela manhã: A vitamina D, ajuda a fortalecer a imunidade, por isso, o ideal é que a criança aproveite o sol da manhã, que é mais seguro até às 10 horas, além de brincar ao ar livre e se exercitar também auxilia na boa saúde dos pequenos.
  • 9. Fique atenta às vacinas: Verifique se o pequeno tomou as vacinas necessárias e mantenha sua carteirinha sempre atualizada. Além de cuidar da saúde do seu filhote, você também estará fazendo um bem para a sociedade: evitando que mais crianças fiquem doentes, e ajudando a diminuir a mortalidade infantil. Previna sempre!
  • 10. Garanta que seu filho durma bem: Como vocês sabem, essa é uma das partes mais desafiadoras, por diversos motivos, nem sempre é fácil fazer com que a criança tenha uma boa noite de sono. O ideal é criar uma rotina para que ela se acostume a ter uma boa noite de sono faz com que as crianças recarreguem as suas energias e tenham uma vida mais saudável.
  • 11. Evite lugares fechados: Evite levar seu filho doente para a escola para evitar a transmissão do vírus, evite lugares fechados e com aglomerações de pessoas e procure evitar o contato com pessoas que estejam gripadas.
  • 12. Use máscara se estiver amamentando: Se a mãe estiver gripada, use máscara. Ainda não se sabe se a gripe pode ser transmitida pelo leite materno, portanto, se seus sintomas forem muito graves e o pediatra do seu filho liberar, pode continuar amamentando durante a gripe. Nesta fase, é aconselhado usar uma máscara de proteção, elas são vendidas em farmácias. Isso ajuda a diminuir os riscos de o bebê ficar gripado.
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Vacine seus colaboradores contra H1N1

Vacine seus colaboradores contra H1N1

Vacina para H1N1

Em 2016, devido ao surto precoce do vírus H1N1 aproximadamente duas mil pessoas morreram pelo vírus H1N1, em sua maioria pessoas entre 40 e 60 anos de idade. Em torno de 70% delas apresentavam ao menos algum fator de risco que as deixavam mais suscetíveis ao vírus.

Ao enfrentar uma nova mutação do H1N1, aparentando conter um nível ainda mais alto de risco, é imprescindível que a vacina seja tomada de forma preventiva e imediata. No ano passado, A demanda pela vacina da Gripe superou todas as expectativas, ficando muitas pessoas e empresas sem a cobertura da vacina contra o H1N1, pela falta da vacina.

Neste ano, os laboratórios produtores da vacina, modificaram o planejamento do fornecimento das vacinas para as Clinicas de Vacinas. Mesmo assim a perspectiva é de haver grande demanda novamente. A composição da nova vacina contra gripe, que estará em breve disponível no Brasil, já aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), terá uma nova composição contra o vírus Influenza A/H1N1.

Há riscos de um novo surto?

A situação atual do vírus está bem mais controlada do que no passado. Apesar disso, casos isolados ainda vem ocorrendo em diversas regiões do Brasil. A melhor forma de se proteger contra o H1n1 é se prevenindo com vacinação.

Lugares onde existem grandes números de pessoas compartilhando o mesmo espaço, como em empresas e escritórios, tem a maior probabilidade e facilidade na dispersão do vírus.

Desta maneira, caso exista interesse em beneficiar seus colaboradores, a Climed está preparada para a Campanha de Vacinação – Gripe 2017, e possui todos os recursos disponíveis para vacinação conjunta em sua empresa.

Estamos à disposição para ajuda-los a levar mais este benefício aos seus colaboradores e realizar de maneira organizada um Programa de Vacinação personalizado para o seu grupo.

Entre em contato.

 

 

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Meningite e a importância da vacinação

Meningite e a importância da vacinação

O que é Meningite?

Meningite indica processo inflamatório e/ou infeccioso das membranas que envolvem o cérebro. As meningites podem ser bacterianas (ou purulentas), virais e granulomatosas (tuberculosas e fúngicas). Possuem uma alta prevalência na faixa etária pediátrica, principalmente crianças na faixa etária de menor responsividade imunológica (recém-nascidos e menores de 2 anos).

A meningite pode deixar várias sequelas nos pacientes e apresentam uma alta (cerca de 20% dos pacientes vão ao óbito).Quanto mais cedo iniciado o tratamento, maior a probabilidade de cura e de sequelas. É um sério problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento.

A disseminação das meningites bacterianas é de pessoa para pessoa, principalmente por meio de gotículas e secreções expelidas pelas vias respiratórias. Mas um dado importante (e assustador): Os adultos podem ter a bactéria na garganta e transmiti-la sem que a doença se manifeste. Por isso, o ideal é que todos os contactantes mais próximos da criança sejam vacinados e que se evite estar com a criança em aglomerações.

No Brasil são três os principais agentes causadores de meningite bacteriana: Haemophilus influenzae (quase sem casos registrados nos últimos anos devido a vacinação), meningococo e pneumococo.

A meningite meningocócica é a mais comum em nosso meio. Atinge principalmente as crianças menores de 2 anos de idade (faixa em que ocorre a maioria dos óbitos), mas pode atingir também adolescentes e adultos.

A segunda causa mais comum de meningite bacteriana é a infecção pneumocócica que, como a meningocócica, atinge principalmente os menores de 2 anos.

A Vacinação

A melhor maneira de evitar é prevenindo antes que um contato com a doença ocorra; e a melhor maneira de se prevenir é através da vacinação.

A vacina conjugada contra o Haemophilus influenzae do tipo b faz parte do calendário básico de vacinação, estando disponível em postos de saúde, na vacina PENTA de células inteiras que é aplicada a partir dos dois meses de idade, com grande proteção (tornou-se uma doença rara atualmente, graças à vacinação em massa). Na rede privada, essa vacina encontra-se em combinação nas vacinas HEXA e PENTA acelulares e na apresentação isolada. Crianças com mais de cinco anos de idade em geral não necessitam tomar esta vacina. No entanto, adultos e crianças mais velhas com problemas de saúde especiais podem ter recomendação para vacinação. Todas as crianças, a partir de 2 meses de idade, indivíduos sob alto risco para desenvolver doença grave ou com outras situações de risco associada  e em situações em que há diminuição da resposta imunitária (anemia falciforme, pessoas sem baço, alcoolismo, transplante de medula óssea, traumatismos cranianos e endocardite bacteriana) devem ser vacinados.

Contra a doença meningocócica, existem dois tipos de vacina: as vacinas conjugadas (C e ACWY) e a vacina meningocócica B.

As vacinas conjugadas contra a meningite meningocócica possuem elevada eficácia (inclusive em menores de um ano) e conferem proteção prolongada. A vacina meningocócica conjugada C foi incluída no calendário público de vacinação do Brasil em 2010, para crianças de 2 meses até 2 anos de idade.

A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação. A importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina meningocócica conjugada ACWY  deve ser dada em  todas as crianças aos 3, 5 e 7 meses de idade e reforços entre 12 e 15 meses, aos 5 e aos 11 anos de idade. Também é a vacina recomendada para a imunização de adolescentes, adultos e de viajantes para regiões onde os tipos A, C , W e/ou Y apresentam alta endemicidade (exemplo: “cinturão da meningite da África”, Arábia Saudita, Estados Unidos).

A vacina meningocócica B deve ser aplicada seguindo a faixa etária da criança:

  • Crianças até 6 meses: três doses aos 3, 5 e 7 meses de idade (intervalo de 2 meses entre as doses), com um reforço entre 12 e 15 meses.
  • Crianças entre 7 e 11 meses: duas doses com intervalo de 2 meses e reforço entre 12 e 15 meses de idade, com intervalo mínimo de 2 meses da última dose.
  • Crianças entre 12 meses e 10 anos de idade: duas doses com intervalo de dois meses.
  • Crianças a partir de 11 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo de um mês.

Contra a doença pneumocócica existem as vacinas conjugadas pneumocócicas 10 e 13 valentes, que são recomendadas para todas as crianças a partir dos dois meses até 5 anos de idade. A vacina 13 valente também está licenciada para adultos a partir de 50 anos..

Outra vacina disponível contra a doença pneumocócica é a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente. Não pode ser aplicada antes dos dois anos de idade (época de maior risco para doença invasiva), não tem proteção prolongada e induz à tolerância imunológica. Tem indicações mais específicas, para indivíduos de alto risco e somente pode ser usada a partir dos dois anos de idade. Crianças sob alto risco devem receber a vacina conjugada e também a vacina 23-valente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade também devem ser vacinados com a vacina conjugada 13 valente e a vacina pneumocócica 23 valente.

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