Catapora: causas, sintomas e tratamento

Catapora: causas, sintomas e tratamento

Com certeza você já deve ter ouvido falar em Catapora, certo? Também conhecida como Varicela, a doença é caracterizada como uma infecção viral primária, aguda e altamente contagiosa.

Ao contrário do que muitos pensam a Catapora não afeta somente crianças, embora para elas a condição seja benigna e autolimitada. Adolescentes e adultos também estão suscetíveis à doença, cujo quadro clínico é até mais severo.

Há quem diga que é melhor pegar catapora para “ficar livre da doença”. Não entra nessa! Não é porque a infecção confere imunidade permanente, que a prevenção deve ser negligenciada. O vírus da Varicela (Varicela Zoster) permanece no corpo a vida toda e pode ser reativado, desencadeando outra doença: a Herpes Zoster, também conhecida como Cobreiro.

Sintomas da Catapora

O sintoma mais característico da Varicela é o surgimento de erupções cutâneas, que se apresentam nas diversas formas evolutivas, acompanhadas de uma sensação incômoda na pele e coceira.

Após algumas horas, estas erupções evoluem rapidamente para pústulas (pequenas “bolhinhas” com pus) e, posteriormente, forma crostas em 3 a 4 dias. Além disso, a Varicela pode causar febre moderada e sintomas sistêmicos, como mal estar, cansaço, dor de cabeça e perda de apetite.

Atenção!

Nos casos em que a Varicela não pôde ser evitada, é muito importante, principalmente para as crianças, não coçar as lesões, mesmo que seja uma missão quase impossível. O ato de coçá-las pode provocar feridas e desencadear uma infecção bacteriana.

Dentre outras complicações estão: a pneumonia e o comprometimento do sistema nervoso que, apesar de raras, podem levar à internação. Como falamos anteriormente, em adolescentes e adultos o quadro costuma ser mais crítico em termos fisiológicos, impondo quarentena devido ao alto risco de transmissão, sem contar a questão estética que pode ser altamente prejudicada.

Vacinação

Não espere pegar a Catapora para ficar imunizado! Existe uma forma muito mais fácil e menos dolorosa de se prevenir que é tomando a Vacina Varicela. A recomendação da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) é que a vacina seja rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Porém, todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e a SBIm ainda recomendam duas doses da Vacina Varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina SCR e, portanto, o uso da vacina SCR-V pode ser adotado.

Transmissão

A Catapora é facilmente transmitida pelo contato com a saliva ou secreções respiratórias, lesões de pele, mucosas e objetos contaminados. Como o vírus possui incubação considerada longa (de 14 a 16 dias, podendo variar de dez a 20 dias), pode-se fazer a vacinação pós-exposição até 72 horas após o primeiro contato com a pessoa doente. A infecção confere imunidade para toda a vida, e quem não teve a doença ou ainda não foi vacinado, precisa receber duas doses da vacina para se proteger.

Vacine-se com segurança e qualidade contra a Varicela na Climed!

 

Referências

Catapora (Varicela)

https://familia.sbim.org.br/doencas/84-catapora-varicela

Vacina Varicela (Catapora)

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/80-vacina-varicela-catapora

Varicela/Herpes Zoster

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/varicela-herpes-zoster

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Sarampo: devemos nos preocupar?

Sarampo: devemos nos preocupar?

Você sabia que no ano de 2016, o Brasil recebeu da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) o certificado de eliminação da circulação do vírus do Sarampo?

Embora tenha sido considerado fora de circulação, atualmente o Brasil está enfrentando dois surtos de Sarampo, nos estados de Roraima e Amazonas. Há também casos isolados relacionados nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro. De forma geral, o Brasil tem 822 casos confirmados de Sarampo em 2018.

Mas você sabe o que é essa doença, quais sintomas ela apresenta e se pode ser prevenida? Não? A Climed te responde!

Transmissão do Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa aguda extremamente contagiosa, causada por um vírus chamado Morbillivirus, que geralmente é transmitido pela fala, tosse e espirro, e pode ser contraído por pessoas em qualquer faixa etária. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade da doença, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano.

De acordo com o Ministério da Saúde, o comportamento endêmico do Sarampo varia de um local para outro, pois depende basicamente da relação entre o grau de imunidade e a suscetibilidade da população, além da circulação do vírus na área. Em alguns países, a doença é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de cinco anos de idade.

Sintomas

Os sintomas do Sarampo são divididos entre: comuns, que podem ocorrer e graves.

Comuns:

  • Irritação nos olhos;
  • Corrimento no nariz;
  • Manchas brancas na parte interna da bochecha;
  • Mal estar;
  • Tosse persistente;
  • Manchas vermelhas na pele.

Pode ocorrer:

  • Febre e convulsões;
  • Infecções nos ouvidos;
  • Conjuntivite;
  • Pneumonia;
  • Perda do apetite;

Em casos graves:

  • Lesão cerebral;
  • Infecções no encéfalo.

 

Curiosidade

Muitas pessoas que já tiveram o Sarampo costumam deixar a imunização de lado. Mas, isso é correto?

Embora quem tenha sido infectado pelo vírus do Sarampo alguma vez na vida tenha desenvolvido anticorpos para combatê-lo em uma possível recidiva, a imunização com a vacina não deve ser dispensada. O que garante que você caiu de cama por causa do Sarampo e não por outro vírus?

Realmente os sinais que o Sarampo dá são bastante identificáveis, porém para ter certeza de que realmente é Sarampo, só fazendo um exame de sangue específico. Desta forma, a não ser que o diagnóstico tenha sido certeiro e confirmado pelo médico, a melhor forma ainda de prevenir o Sarampo é vacinando-se.

Prevenção

A vacina que combate esta doença pode ser a Tríplice Viral, que protege contra três doenças causadas por vírus: Sarampo, Caxumba e Rubéola ou a Tetraviral, que inclui proteção contra a Varicela (Catapora).

Agora que você já sabe que o Sarampo pode ser prevenido, não corra o risco excluindo a proteção pela vacinação. Não tenha medo dos efeitos colaterais, até porque a injeção não costuma trazer reações adversas e, se elas surgem, são leves na maioria das vezes, enquanto a manifestação do vírus pode levar a consequências graves.

Quer entender melhor o Esquema Vacinal contra o Sarampo? Saiba mais detalhes do que é recomendo pela SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações) nos links abaixo:

 

Não sabe onde se vacinar contra o Sarampo com segurança e qualidade? Faça uma visita à Climed e tenha o atendimento que você merece!

 

Referências

Sarampo: saiba tudo sobre a doença e a vacina

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/sarampo

Sarampo

https://familia.sbim.org.br/doencas/102-sarampo

Quem já teve sarampo pode pegar de novo?

https://goo.gl/v31heg

Vacinação contra sarampo e poliomielite começa nesta segunda com campanha em todo o Brasil

https://goo.gl/JJWBrJ

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Anemia Infantil

Anemia Infantil

Saiba como identificar, tratar e prevenir a Anemia Infantil

Você já deve ter ouvido falar em “Anemia”, certo? Mas, você sabe por que ela acontece?

A anemia costuma surgir quando a concentração de Hb (Hemoglobina) contida nos glóbulos vermelhos encontra-se anormalmente baixa. Essa condição pode ocorrer devido a infecções crônicas, problemas hereditários sanguíneos, carência de um ou mais nutrientes essenciais para a formação da hemoglobina, como proteínas, ácido fólico, Vitaminas B12, B6 e C.

Mas, a deficiência de ferro ainda é a principal causa da anemia e até mesmo tem um nome específico para isso: “Anemia Ferropriva”. Aproximadamente 65% do ferro corporal é encontrado na hemoglobina, cuja principal função é o transporte de oxigênio e gás carbônico para o organismo. De uma forma sintetizada, o ferro é indispensável na formação da hemoglobina, o que explica a sua associação direta com a anemia.

Anemia Infantil

A anemia é um problema que pode afetar pessoas em qualquer faixa etária e as crianças não estão livres dela. Estima-se que nos países em desenvolvimento, a prevalência da anemia causada pela falta de ferro acomete principalmente crianças até os quatro anos de idade. Durante a amamentação, o leite materno supre as necessidades desse nutriente, entretanto entre nove e 12 meses de vida, quando uma dieta mais sólida é introduzida na vida da criança, a anemia costuma aparecer.

A anemia infantil também é frequente na infância, porque com o rápido crescimento e desenvolvimento da criança, o organismo precisa de uma demanda aumentada de ferro. E, muitas vezes a ingestão do nutriente é insuficiente ou é perdida devido às alterações gastrointestinais provindas, por exemplo, da alergia à proteína do leite de vaca, parasitoses intestinais, perdas diarreicas e refluxo gastroesofágico.

Como percebo que o meu filho tem anemia?

A deficiência de ferro, principal causadora da anemia, pode gerar sintomas como: palidez, fadiga, sono excessivo, inapetência e até mesmo hábitos incomuns podem ser adotados pela criança, como a ingestão de terra, sabão e gelo. Quando não tratada rapidamente, os sintomas da doença podem evoluir para a perda total do apetite, enfraquecimento do sistema imunológico, infecções constantes e até mesmo complicações neuropsicomotoras.

Precisamos lembrar que a anemia não se transforma em Leucemia. A Leucemia é um câncer que acomete a fábrica do sangue, gerando alteração em todas as células do sangue, inclusive as vermelhas, ou seja, ela é um fator que desencadeia a anemia, que neste caso não é por causa da carência de algum nutriente.

Saiba quando procurar ajuda para tratar a anemia do seu filho

Quando perceber que a criança apresenta os primeiros sinais, procure acompanhamento médico. Para que o diagnóstico da anemia infantil seja feito, o médico solicitará um exame de sangue para avaliar a quantidade de glóbulos vermelhos e hemoglobina. Caso os valores apresentados pelo hemograma sejam muito baixos, geralmente abaixo de 12 g/dl, a anemia é confirmada.

Mas, como existem diversos tipos de anemia, possivelmente haverá a necessidade de realizar outros exames que tenham a capacidade de identificar a causa da doença e direcionar para o tratamento mais adequado. Se a anemia ocasionada por deficiência de ferro for detectada, o médico provavelmente analisará a quantidade de ferritina no sangue, e nos casos em que a quantidade desta substância seja inferior, é a confirmação de que existe pouco ferro no organismo.

Entretanto, vale ressaltar que se os valores de ferritina estiverem normais, mas o paciente ainda apresentar suspeitas da anemia, pode ser necessário fazer mais exames como a eletroforese da hemoglobina ou a contagem dos níveis de vitamina B12 e ácido fólico, que ajudam a identificar outros tipos de anemia.

Meu filho foi diagnosticado com anemia. O que devo fazer?

Com a confirmação do diagnóstico, virá o tratamento. Mas, não se preocupe! Normalmente as formas de tratar a anemia são simples e requer uma suplementação de ferro medicamentosa, para abastecer o organismo com este nutriente e equilibrar os níveis de hemoglobina. Na maioria dos casos, em aproximadamente 45 dias, a doença já está curada. Mas, os cuidados para evitar a reincidência da anemia ainda devem ser mantidos, como uma alimentação adequada e a realização periódica dos exames que detectam a doença.

Prevenção

O aleitamento materno até os seis meses de vida da criança é a forma primária de prevenir a anemia infantil, pois o leite contém quantidades significativas de ferro e supre as necessidades do organismo do bebê. Mas, vale ressaltar que somente o aleitamento materno traz esses benefícios na infância, introduzir leite de vaca com essa finalidade, não é indicado.

Na fase de introdução dos alimentos sólidos, priorize a carne vermelha, gema de ovo, feijão, nozes, castanhas e verduras escuras como couve, brócolis, agrião, espinafre, rúcula, pois essas são excelentes fontes de ferro.

Referências

Anemia ferropriva na infância

http://www.jped.com.br/conteudo/00-76-s298/port.asp

Anemia por deficiência de ferro

http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/dezembro/15/Anemia-por-Defici–ncia-de-Ferro.pdf

Anemia em crianças: deficiência de ferro é a causa mais comum

https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Saude/noticia/2013/12/anemia-em-criancas-deficiencia-de-ferro-e-causa-mais-comum.html  

Dieta certa pode driblar anemia em crianças

http://www.hospitalinfantilsabara.org.br/dieta-certa-pode-driblar-anemia-em-criancas/

Exames que confirmam a anemia

https://www.tuasaude.com/exames-que-confirmam-a-anemia/

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Vacinação no bebê: quais os cuidados

Vacinação no bebê: quais os cuidados

Nesta postagem falamos sobre Vacinação no bebê: quais os cuidados. Sabemos que não tem nada melhor do que proteger o seu filho das doenças do que manter o calendário de vacinação dele em dia. As vacinas para os nossos bebês são indispensáveis no cuidado da saúde do nosso pequeno. Nos 6 primeiros meses de vida, as principais vacinas devem ser aplicadas, para que assim, evitem doenças futuras, que pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Imunização, são consideradas graves.

É super importante nos conscientizarmos de que todas as vacinas são necessárias. Neste artigo, separamos apenas 6 das principais vacinas que os nossos bebês devem tomar nos seus primeiros meses de vida.

 

  1. BCG

Essa é uma das primeiras vacinas que o bebê irá tomar. Ela previne contra as formas da tuberculose grave e é aplicado no braço direito. Sabe aquela marquinha que você tem no seu braço? É o sinal de que você tomou a vacina.

As suas reações imediatas são raras, porém após 2 ou 3 semanas pode aparecer um nódulo no local da aplicação, o que leva a cicatriz que conhecemos. Ela é administrada em uma dose única logo após o nascimento.

  1. HEPATITE B

Essa vacina previne contra o vírus da Hepatite B, que pode atingir em qualquer etapa da vida. Por isso é necessário sempre tomar as vacinas para se manter prevenido.

No caso dos bebês ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira nas primeiras horas de vida. A segunda quando completar 2 meses e a terceira aos 6 meses.

  1. POLIOMIELITE

Ela previne contra a paralisia infantil, e é administrada em 3 doses, podendo ser aplicada por via oral ou injetável. A sua primeira dose é feita aos 2 meses de idade. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

A poliomielite possui dois reforços, que devem ser tomados aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

  1. TRÍPLICE BACTERIANA

A tríplice bacteriana, ou como também é conhecida, DTP, previne o bebê da difteria, do tétano e da coqueluche. Ela pode causar reações como dor, irritação e um pouco de febre, no entanto, elas costumam ser leves.

Ela é aplicada em 3 doses. A primeira aos 2 meses. A segundo aos 4 meses e a terceira aos 6 meses. Os reforços da DTP devem ser ministrados entre os 15 e 18 meses e entre os 4 e 6 anos de idade

  1. PNEUMOCÓCICA

Esta vacina protege contra a bactéria causadora da pneumonia e da meningite. Ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira aos 2 meses. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

O seu reforço deve ser aplicado entre os 15 e 18 meses de idade.

  1. ROTAVÍRUS

O rotavírus é o agente causador da diarreia. A vacina deve ser aplicada em duas doses, sendo a primeira aos 2 meses e a segundo aos 4 meses.

Agora que já sabemos algumas das principais vacinas, precisamos saber quais cuidados devemos ter no dia da vacinação e após a mesma, certo?

No dia da vacinação alguns cuidados com os nossos bebês devem ser tomados. Antes não é necessário um cuidado especial. Ele somente deve ser feito no caso da vacina Meningocócica B, pois o bebê pode apresentar febre, por isso é indicado o antitérmico, que pode ser tomado na hora da vacina ou quando estiver saindo de casa. Converse com o seu pediatra sobre qual medicamento tomar.

Dificilmente o bebê não deve ser vacinado. Se ele apresentar um leve resfriado ou alguma outra patologia leve, pode sim tomar as vacinas. Se por um acaso ele estiver com gripe severa ou outra doença mais grave, é necessário aguardar até que ele melhora para tomar as vacinas pendentes.

Não é comum apresentar reações graves à primeira dose. Se isso ocorrer, não deve-se tomar as doses seguintes da vacina e informe ao pediatra sobre a reação.

Quando for levar o seu bebê para tomar a vacina, é essencial verificar alguns cuidados que são indicados pela Sociedade Brasileira de Imunização. Veja quais são eles:

  • As vacinas devem estar armazenadas em refrigeradores adequados
  • Os refrigeradores devem obter controle de temperatura
  • A temperatura do refrigerador deve estar entre +2°C e +8°C
  • As vacinas devem ser retiradas apenas no momento do preparo para aplicação
  • A caixa da vacina deve estar lacrada
  • A vacina que será administrada, deve ser a mesma aplicada
  • A vacina tem que estar dentro da validade
  • A vacina deve ser preparada no exato momento da administração
  • Agulha e seringa descartáveis.

Após a vacinação, fique atento ao comportamento do bebê. É esperado que o local da injeção fique inchado, vermelho e quente. Diante dessas reações, coloque uma compressa gelado em cima do local da aplicação. A febre não é algo raro, por isso que o antitérmico é uma opção.

Mas, fique atento! Qualquer alteração a saúde deve ser informado ao serviço de vacina e ao pediatra. Os efeitos adversos são esperados nas primeiras 48 horas.

Para ver o calendário de vacinação, CLIQUE AQUI!

A Climed tem todas as vacinas necessárias para deixar o seu bebê saudável e protegido!

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Por que devo levar meu filho ao pediatra?

Por que devo levar meu filho ao pediatra?

Saiba o porquê de levar seu filho ao pediatra e como é importante escolher um médico para acompanhar o seu filho desde o nascimento até o início da adolescência.

Vamos supor que seu filho fica doente você o leva no pediatra ou ao Posto de Saúde? Se você escolheu a opção 2, saiba que está dentro de uma tendência de substituir o pediatra de consultório pelo atendimento hospitalar e essa troca pode apresentar riscos para o seu filho.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, uma pesquisa feita nos Estados Unidos analisou mais de 20 mil crianças e os especialistas descobriram que as crianças que não compareceram na consulta na quantidade recomendada pela Academia Americana de Pediatra até os 3 anos de idade correm duas vezes mais risco de serem hospitalizadas e as chances aumentam em caso de doenças crônicas, como asma e problemas do coração. Isso porque as famílias que perdem as consultas, perdem também a oportunidade de prevenção e detecção precoce dos problemas.

Geralmente, por falta de tempo as pessoas só levam o filho ao pediatra quando ele está doente, e por mais que a consulta seja feita corretamente, o médico não consegue conhecer a criança e a família direto, o atendimento fica superficial e de imediato. Sendo que a função do pediatra, além de tratar da doença, é principalmente acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da criança e que também tire dúvidas dos pais, trocar informações sobre a educação da criança, orientar sobre a alimentação, sono e fazer a prevenção de doenças e acidentes.

Mas quando devo levar meu filho ao pediatra?

O contato deve começar antes mesmo de a criança nascer, uma consulta pré-natal com o pediatra é importante para o êxito dos primeiros momentos da relação entre filho e pais, o pediatra pode te dar dicas para a sala de parto e para a permanência do bebê na maternidade.

Se o bebê já estiver em casa, as avaliações do pediatra são voltadas para o acompanhamento de ganho de peso, amamentação, presença de icterícia, coto umbilical, evacuações, testes do pezinho e da audição, além do estabelecimento do calendário de vacinação. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem recomendações especificas sobre o número de consultas para cada faixa etária da criança, confira a tabela a seguir:

 

tabelaclimed

 

Aí você me fala. Tudo isso? Sim, mas calma, sabemos que a correria do dia a dia pode deixar as famílias sem alternativas, mas você vai lembrar do pediatra só quando chega aquela gripe ou quando a criança não está conseguindo comer ou dormir direito, mas como já dissemos, são as consultas regulares que vão garantir que seu filho se desenvolva da melhor forma possível.

Se você não tem tempo, podemos te dar um conselho de que no primeiro contato com o pediatra, peça a orientação sobre a programação de consultas e não se esqueça de anotar tudo.

Lembramos que desde o nascimento do seu filho até o início da adolescência, você vai conviver muito com o pediatra, por isso, é importante que você saiba escolher bem antes de levar seu filho, é preciso conversar bastante com o médico e conhece-lo. Existem vários pediatras por aí, mas o ideal é que a família encontre um de acordo com seu perfil. Não se esqueça, que o quanto mais cedo os cuidados com o seu filho, mais qualidade de vida ele terá no futuro.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco, nós estamos à disposição. Saiba mais sobre a Climed, clique aqui.

 

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Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Julho é mês de férias, o que deve aumentar a atenção dos pais em relação aos seus filhos. Além disso, julho marca o início do inverno e, consequentemente a gripe comum e a H1N1.

A vacinação infantil ensina o sistema imunológico a reconhecer os agentes agressores que podem provocar doenças, assim como ensiná-lo as reagir produzindo anticorpos capazes de combate-los. Na preparação das vacinas, pode ser utilizado um componente do agente agressor, ou seja, o agente agressor numa forma moderada, ou morto, ou outro agente que seja semelhante ao causador da doença.

Por isso, a vacinação infantil é importante e, é quando surge muitas dúvidas em relação a vacinação, confira abaixo as principais perguntas.

Qual é a vacina indicada para crianças de 6 até 3 anos?

Tanto a vacina Trivalente quanto a vacina Quadrivalente podem ser utilizadas, a vacina Quadrivalente tem duas cepas do vírus Influenza A e duas cepas do vírus Influenza B e dessa forma oferece uma maior proteção.

Qual a diferença entre Trivalente a Quadrivalente?

Vacina Trivalente:  A vacina compreende duas cepas do vírus Influenza A e uma cepa do vírus Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina;

Vacina Quadrivalente: A Quadrivalente possui duas cepas de Influenza A e duas Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina.

Qual a diferença da vacina pediátrica da vacina adulta?

A composição e a mesma, o que altera é a dosagem.

As vacinas protegem contra os resfriados?

Não. Primeiro temos que diferenciar a gripe do resfriado.  A gripe é causada pelo vírus Influenza e provoca dores pelo corpo, febre e pode gerar complicações como a pneumonia. Já o resfriado tem sintomas suaves e com menor duração.

Crianças devem tomar quantas doses?

Todas as crianças abaixo de 9 anos de idade, que tomaram a vacina para Influenza pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

Qual a contraindicação da vacina?

A principal é a alergia grave ao ovo.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco, estamos à disposição. Saiba mais sobre a Climed, clique aqui.

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12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe: Ver o filho doente é uma das piores coisas que existem e nesses momentos temos uma sensação de tristeza por ver nossos pequeninos sofrendo, não é mesmo? Por isso é tão importante prevenir as doenças e criar hábitos saudáveis para as crianças. Fortalecendo sua imunidade, muitos problemas serão evitados. Neste artigo de hoje, vamos mostrar 12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe e que vão ajudar seu filho a ter uma saúde de ferro. Venha conferir!

Como já diz o velho ditado “é melhor prevenir do que remediar”, por isso nada melhor do que prevenir os nossos pequenos da gripe.

  • 1. Ofereça líquidos para o pequeno: A hidratação é importante para prevenir infecções urinárias e deixar os canais aéreos das crianças umedecidos, ajudando a evitar alergias e irritações, que podem surgir por causa do tempo. Lembre-se sempre de dar água, sucos naturais e água de coco. Ensine – o a se hidratar sempre, assim ele manterá o hábito quando você não estiver por perto, na escola, por exemplo.
  • 2. Garanta uma boa alimentação: Alimentos como frutas, carnes, legumes e verduras são alimentos ricos em nutrientes e que garantem a saúde de qualquer pessoa. Por isso, ofereça sempre comidas saudáveis ao seu filho. Inclua também na alimentação alimentos ricos em vitamina C, como laranja, acerola, limão, brócolis e espinafre, pois eles ajudam a deixar a imunidade mais forte. Se houver resistência na hora de consumir alguns itens, você pode fazer apresentações lúdicas para estimular o consumo.
  • 3. Acostume o pequeno a lavar as mãos: Ensine seu filho a importância de higienizar bem as mãos, antes das refeições, após usar o banheiro, na hora de escovar os dentes, depois de brincar. Essa prática ajuda a evitar o contágio de doenças e seu filho deve-se acostumar a ela. Músicas e vídeos interativos podem ajudar na estimulação.
  • 4. Limpe bem o nariz do seu filho: Alergias e problemas respiratórios podem acometer as crianças no outono, por isso é fundamental limpar bem o nariz, desobstruindo as vias áreas e hidratando-as. O soro fisiológico é uma excelente medida, só fique atenta à forma de aplica-lo. Em caso, de dúvidas, converse com o pediatra do pequeno para saber qual é a melhor maneira de usar o soro.
  • 5. Tente evitar grandes variações de temperatura: A vida é corrida e sabemos que nem sempre é possível. Mas quando puder escolher, evite sair com seu filho desagasalhado no começo da manhã ou quando estiver anoitecendo, períodos em que a temperatura costuma ser mais baixa no outono. Também se atente quando expor a criança ao ar-condicionado do carro nos dias mais quentes.
  • 6. Agasalhe com cautela: A melhor opção é vestir o filhote em camadas, assim eles podem tirar ou colocar as peças de acordo com o tempo e assim não correm o risco de desidratar, devido ao excesso de roupa.
  • 7. Cuide da limpeza da casa: Verifique que tudo esteja limpo e bem higienizado dentro de casa. Mofos e ácaros podem prejudicar a saúde das crianças.
  • 8. Aproveite o sol pela manhã: A vitamina D, ajuda a fortalecer a imunidade, por isso, o ideal é que a criança aproveite o sol da manhã, que é mais seguro até às 10 horas, além de brincar ao ar livre e se exercitar também auxilia na boa saúde dos pequenos.
  • 9. Fique atenta às vacinas: Verifique se o pequeno tomou as vacinas necessárias e mantenha sua carteirinha sempre atualizada. Além de cuidar da saúde do seu filhote, você também estará fazendo um bem para a sociedade: evitando que mais crianças fiquem doentes, e ajudando a diminuir a mortalidade infantil. Previna sempre!
  • 10. Garanta que seu filho durma bem: Como vocês sabem, essa é uma das partes mais desafiadoras, por diversos motivos, nem sempre é fácil fazer com que a criança tenha uma boa noite de sono. O ideal é criar uma rotina para que ela se acostume a ter uma boa noite de sono faz com que as crianças recarreguem as suas energias e tenham uma vida mais saudável.
  • 11. Evite lugares fechados: Evite levar seu filho doente para a escola para evitar a transmissão do vírus, evite lugares fechados e com aglomerações de pessoas e procure evitar o contato com pessoas que estejam gripadas.
  • 12. Use máscara se estiver amamentando: Se a mãe estiver gripada, use máscara. Ainda não se sabe se a gripe pode ser transmitida pelo leite materno, portanto, se seus sintomas forem muito graves e o pediatra do seu filho liberar, pode continuar amamentando durante a gripe. Nesta fase, é aconselhado usar uma máscara de proteção, elas são vendidas em farmácias. Isso ajuda a diminuir os riscos de o bebê ficar gripado.
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5 sinais de que seu filho está com gripe

5 sinais de que seu filho está com gripe

Seu filho está crescendo e se desenvolvendo adequadamente, com aqueles sorrisos e movimentos de quem está descobrindo o mundo.  E, de repente, chega sua primeira gripe e tudo parece ficar mais complicado do que se imaginava. É muito difícil ver seu filho sofrendo com tosse e com coriza constante e, para piorar ele não consegue dizer o que está sentindo.
 
Por isso, listamos 5 sinais que podem indicar gripe e o que fazer para ajudá-lo

  • Febre alta: administre os antitérmicos já orientados pelo pediatra durante consulta para a febre (lembre-se: febre a partir de 37,8).
  • Dores no corpo: Normal dores no corpo durante os resfriados. Deixe a criança repousar em um local calmo e escuro e pode dar chá de camomila (se maior de 6 meses);
  • Limpeza do nariz: Lave o narizinho do seu filho com soro fisiológico, várias vezes ao dia e faça inalação com soro fisiológico. Quanto mais você lavar, mais fluida ficará a secreção nasal e menos entupido ficará o nariz;
  • Dificuldade para respirar: Deixa o seu filho dormir com a cabeça mais elevada que o resto do corpo. Dessa forma a respiração ficará um pouco melhor, além de aliviar o nariz entupido;
  • Falta de apetite: Seu filho pode perder o apetite, neste caso, mantê-lo hidratado é importante, além de oferecer uma dieta leve. Ofereça sucos, água e chás.

Se seu filho tem menos de 3 meses, procure o médico ao primeiro sinal de que ele não está bem. Quando seu filho tiver entre 6 meses a 2 anos de idade vacine ele e o proteja.

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Meningite e a importância da vacinação

Meningite e a importância da vacinação

O que é Meningite?

Meningite indica processo inflamatório e/ou infeccioso das membranas que envolvem o cérebro. As meningites podem ser bacterianas (ou purulentas), virais e granulomatosas (tuberculosas e fúngicas). Possuem uma alta prevalência na faixa etária pediátrica, principalmente crianças na faixa etária de menor responsividade imunológica (recém-nascidos e menores de 2 anos).

A meningite pode deixar várias sequelas nos pacientes e apresentam uma alta (cerca de 20% dos pacientes vão ao óbito).Quanto mais cedo iniciado o tratamento, maior a probabilidade de cura e de sequelas. É um sério problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento.

A disseminação das meningites bacterianas é de pessoa para pessoa, principalmente por meio de gotículas e secreções expelidas pelas vias respiratórias. Mas um dado importante (e assustador): Os adultos podem ter a bactéria na garganta e transmiti-la sem que a doença se manifeste. Por isso, o ideal é que todos os contactantes mais próximos da criança sejam vacinados e que se evite estar com a criança em aglomerações.

No Brasil são três os principais agentes causadores de meningite bacteriana: Haemophilus influenzae (quase sem casos registrados nos últimos anos devido a vacinação), meningococo e pneumococo.

A meningite meningocócica é a mais comum em nosso meio. Atinge principalmente as crianças menores de 2 anos de idade (faixa em que ocorre a maioria dos óbitos), mas pode atingir também adolescentes e adultos.

A segunda causa mais comum de meningite bacteriana é a infecção pneumocócica que, como a meningocócica, atinge principalmente os menores de 2 anos.

A Vacinação

A melhor maneira de evitar é prevenindo antes que um contato com a doença ocorra; e a melhor maneira de se prevenir é através da vacinação.

A vacina conjugada contra o Haemophilus influenzae do tipo b faz parte do calendário básico de vacinação, estando disponível em postos de saúde, na vacina PENTA de células inteiras que é aplicada a partir dos dois meses de idade, com grande proteção (tornou-se uma doença rara atualmente, graças à vacinação em massa). Na rede privada, essa vacina encontra-se em combinação nas vacinas HEXA e PENTA acelulares e na apresentação isolada. Crianças com mais de cinco anos de idade em geral não necessitam tomar esta vacina. No entanto, adultos e crianças mais velhas com problemas de saúde especiais podem ter recomendação para vacinação. Todas as crianças, a partir de 2 meses de idade, indivíduos sob alto risco para desenvolver doença grave ou com outras situações de risco associada  e em situações em que há diminuição da resposta imunitária (anemia falciforme, pessoas sem baço, alcoolismo, transplante de medula óssea, traumatismos cranianos e endocardite bacteriana) devem ser vacinados.

Contra a doença meningocócica, existem dois tipos de vacina: as vacinas conjugadas (C e ACWY) e a vacina meningocócica B.

As vacinas conjugadas contra a meningite meningocócica possuem elevada eficácia (inclusive em menores de um ano) e conferem proteção prolongada. A vacina meningocócica conjugada C foi incluída no calendário público de vacinação do Brasil em 2010, para crianças de 2 meses até 2 anos de idade.

A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação. A importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina meningocócica conjugada ACWY  deve ser dada em  todas as crianças aos 3, 5 e 7 meses de idade e reforços entre 12 e 15 meses, aos 5 e aos 11 anos de idade. Também é a vacina recomendada para a imunização de adolescentes, adultos e de viajantes para regiões onde os tipos A, C , W e/ou Y apresentam alta endemicidade (exemplo: “cinturão da meningite da África”, Arábia Saudita, Estados Unidos).

A vacina meningocócica B deve ser aplicada seguindo a faixa etária da criança:

  • Crianças até 6 meses: três doses aos 3, 5 e 7 meses de idade (intervalo de 2 meses entre as doses), com um reforço entre 12 e 15 meses.
  • Crianças entre 7 e 11 meses: duas doses com intervalo de 2 meses e reforço entre 12 e 15 meses de idade, com intervalo mínimo de 2 meses da última dose.
  • Crianças entre 12 meses e 10 anos de idade: duas doses com intervalo de dois meses.
  • Crianças a partir de 11 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo de um mês.

Contra a doença pneumocócica existem as vacinas conjugadas pneumocócicas 10 e 13 valentes, que são recomendadas para todas as crianças a partir dos dois meses até 5 anos de idade. A vacina 13 valente também está licenciada para adultos a partir de 50 anos..

Outra vacina disponível contra a doença pneumocócica é a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente. Não pode ser aplicada antes dos dois anos de idade (época de maior risco para doença invasiva), não tem proteção prolongada e induz à tolerância imunológica. Tem indicações mais específicas, para indivíduos de alto risco e somente pode ser usada a partir dos dois anos de idade. Crianças sob alto risco devem receber a vacina conjugada e também a vacina 23-valente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade também devem ser vacinados com a vacina conjugada 13 valente e a vacina pneumocócica 23 valente.

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Conheça o novo serviço da Climed: Vacinas

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Climed Vacinas

Em 2017 a Climed iniciará uma nova etapa de cuidados para aumentar a proteção que seu filho e sua família merecem.

A partir de fevereiro, além dos serviços que já oferecemos há mais de 20 anos com tradição e excelência, passaremos a oferecer as vacinas que vão garantir que seu filho cresça saudável e sua família protegida.

O leite materno é a principal fonte de alimento e proteção do bebê, principalmente nos primeiros meses de vida. No entanto, é fundamental que seu filho receba proteção necessária contra várias doenças através da vacinação.

A vida de uma pessoa é marcada por etapas e, para cada uma delas, há vacinas importantes que a protegerá de determinadas doenças. Recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos, gestantes, puérperas e pessoas acima dos 60 anos recebem cuidados específicos e importantes ao se vacinarem.

A etapa que mais exige cuidado é, certamente, a infância. Principalmente no primeiro ano de vida, não apenas a criança, mas as pessoas próximas a ela, precisam ser vacinadas, pois a maior parte dos casos de doenças graves são transmitidas às crianças por adultos. Se todos estão vacinados, todos estão seguros.

A vacinação representa um ato de amor e, para garantir que já esteja protegido desde o seu primeiro dia de vida, é recomendável que receba imunização ainda na maternidade. Entre em contato conosco e receba melhores informações sobre este e outros serviços.

Prevenir ainda é o melhor remédio e nós da Climed estamos à sua disposição.

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