Vacine seus colaboradores contra H1N1

Vacine seus colaboradores contra H1N1

Vacina para H1N1

Em 2016, devido ao surto precoce do vírus H1N1 aproximadamente duas mil pessoas morreram pelo vírus H1N1, em sua maioria pessoas entre 40 e 60 anos de idade. Em torno de 70% delas apresentavam ao menos algum fator de risco que as deixavam mais suscetíveis ao vírus.

Ao enfrentar uma nova mutação do H1N1, aparentando conter um nível ainda mais alto de risco, é imprescindível que a vacina seja tomada de forma preventiva e imediata. No ano passado, A demanda pela vacina da Gripe superou todas as expectativas, ficando muitas pessoas e empresas sem a cobertura da vacina contra o H1N1, pela falta da vacina.

Neste ano, os laboratórios produtores da vacina, modificaram o planejamento do fornecimento das vacinas para as Clinicas de Vacinas. Mesmo assim a perspectiva é de haver grande demanda novamente. A composição da nova vacina contra gripe, que estará em breve disponível no Brasil, já aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), terá uma nova composição contra o vírus Influenza A/H1N1.

Há riscos de um novo surto?

A situação atual do vírus está bem mais controlada do que no passado. Apesar disso, casos isolados ainda vem ocorrendo em diversas regiões do Brasil. A melhor forma de se proteger contra o H1n1 é se prevenindo com vacinação.

Lugares onde existem grandes números de pessoas compartilhando o mesmo espaço, como em empresas e escritórios, tem a maior probabilidade e facilidade na dispersão do vírus.

Desta maneira, caso exista interesse em beneficiar seus colaboradores, a Climed está preparada para a Campanha de Vacinação – Gripe 2017, e possui todos os recursos disponíveis para vacinação conjunta em sua empresa.

Estamos à disposição para ajuda-los a levar mais este benefício aos seus colaboradores e realizar de maneira organizada um Programa de Vacinação personalizado para o seu grupo.

Entre em contato.

 

 

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Meningite e a importância da vacinação

Meningite e a importância da vacinação

O que é Meningite?

Meningite indica processo inflamatório e/ou infeccioso das membranas que envolvem o cérebro. As meningites podem ser bacterianas (ou purulentas), virais e granulomatosas (tuberculosas e fúngicas). Possuem uma alta prevalência na faixa etária pediátrica, principalmente crianças na faixa etária de menor responsividade imunológica (recém-nascidos e menores de 2 anos).

A meningite pode deixar várias sequelas nos pacientes e apresentam uma alta (cerca de 20% dos pacientes vão ao óbito).Quanto mais cedo iniciado o tratamento, maior a probabilidade de cura e de sequelas. É um sério problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento.

A disseminação das meningites bacterianas é de pessoa para pessoa, principalmente por meio de gotículas e secreções expelidas pelas vias respiratórias. Mas um dado importante (e assustador): Os adultos podem ter a bactéria na garganta e transmiti-la sem que a doença se manifeste. Por isso, o ideal é que todos os contactantes mais próximos da criança sejam vacinados e que se evite estar com a criança em aglomerações.

No Brasil são três os principais agentes causadores de meningite bacteriana: Haemophilus influenzae (quase sem casos registrados nos últimos anos devido a vacinação), meningococo e pneumococo.

A meningite meningocócica é a mais comum em nosso meio. Atinge principalmente as crianças menores de 2 anos de idade (faixa em que ocorre a maioria dos óbitos), mas pode atingir também adolescentes e adultos.

A segunda causa mais comum de meningite bacteriana é a infecção pneumocócica que, como a meningocócica, atinge principalmente os menores de 2 anos.

A Vacinação

A melhor maneira de evitar é prevenindo antes que um contato com a doença ocorra; e a melhor maneira de se prevenir é através da vacinação.

A vacina conjugada contra o Haemophilus influenzae do tipo b faz parte do calendário básico de vacinação, estando disponível em postos de saúde, na vacina PENTA de células inteiras que é aplicada a partir dos dois meses de idade, com grande proteção (tornou-se uma doença rara atualmente, graças à vacinação em massa). Na rede privada, essa vacina encontra-se em combinação nas vacinas HEXA e PENTA acelulares e na apresentação isolada. Crianças com mais de cinco anos de idade em geral não necessitam tomar esta vacina. No entanto, adultos e crianças mais velhas com problemas de saúde especiais podem ter recomendação para vacinação. Todas as crianças, a partir de 2 meses de idade, indivíduos sob alto risco para desenvolver doença grave ou com outras situações de risco associada  e em situações em que há diminuição da resposta imunitária (anemia falciforme, pessoas sem baço, alcoolismo, transplante de medula óssea, traumatismos cranianos e endocardite bacteriana) devem ser vacinados.

Contra a doença meningocócica, existem dois tipos de vacina: as vacinas conjugadas (C e ACWY) e a vacina meningocócica B.

As vacinas conjugadas contra a meningite meningocócica possuem elevada eficácia (inclusive em menores de um ano) e conferem proteção prolongada. A vacina meningocócica conjugada C foi incluída no calendário público de vacinação do Brasil em 2010, para crianças de 2 meses até 2 anos de idade.

A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação. A importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

A vacina meningocócica conjugada ACWY  deve ser dada em  todas as crianças aos 3, 5 e 7 meses de idade e reforços entre 12 e 15 meses, aos 5 e aos 11 anos de idade. Também é a vacina recomendada para a imunização de adolescentes, adultos e de viajantes para regiões onde os tipos A, C , W e/ou Y apresentam alta endemicidade (exemplo: “cinturão da meningite da África”, Arábia Saudita, Estados Unidos).

A vacina meningocócica B deve ser aplicada seguindo a faixa etária da criança:

  • Crianças até 6 meses: três doses aos 3, 5 e 7 meses de idade (intervalo de 2 meses entre as doses), com um reforço entre 12 e 15 meses.
  • Crianças entre 7 e 11 meses: duas doses com intervalo de 2 meses e reforço entre 12 e 15 meses de idade, com intervalo mínimo de 2 meses da última dose.
  • Crianças entre 12 meses e 10 anos de idade: duas doses com intervalo de dois meses.
  • Crianças a partir de 11 anos, adolescentes e adultos: duas doses com intervalo de um mês.

Contra a doença pneumocócica existem as vacinas conjugadas pneumocócicas 10 e 13 valentes, que são recomendadas para todas as crianças a partir dos dois meses até 5 anos de idade. A vacina 13 valente também está licenciada para adultos a partir de 50 anos..

Outra vacina disponível contra a doença pneumocócica é a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente. Não pode ser aplicada antes dos dois anos de idade (época de maior risco para doença invasiva), não tem proteção prolongada e induz à tolerância imunológica. Tem indicações mais específicas, para indivíduos de alto risco e somente pode ser usada a partir dos dois anos de idade. Crianças sob alto risco devem receber a vacina conjugada e também a vacina 23-valente.

Pessoas a partir de 60 anos de idade também devem ser vacinados com a vacina conjugada 13 valente e a vacina pneumocócica 23 valente.

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O que é HPV?

O que é HPV?

O QUE É HPV?

HPV é a sigla do papilomavírus humano (do inglês Human Papilomavirus).

É um vírus comum: calcula-se que por volta de 75 a 80 % da população contraia um ou mais tipos de HPV em alguma fase da vida, sendo que cerca de 50% dos casos novos acontecem nos três primeiros anos de atividade sexual.

O HPV infecta o epitélio da região genital de ambos os sexos, mas é entre as mulheres que causa danos maiores e mais frequentes. Embora o pico de incidência seja entre 15 e 25 anos, os médicos alertam: a curva de crescimento da doença entre adolescentes preocupa bastante porque é ascendente.

Existem mais de 200 tipos de HPV, cerca 30 a 40 tipos podem afetar as regiões genitais tanto de homens como de mulheres. Alguns são inofensivos e outros podem causar doenças, como por exemplo as verrugas genitais e os cânceres do colo do útero, vagina, vulva e ânus.

O câncer do colo do útero é uma doença grave e que representa uma ameaça à vida.

No Brasil a cada ano, ocorrem cerca de 16.000 novos casos e 5.000 mortes secundárias a este câncer.

 

VACINA CONTRA O HPV

Trata-se de uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética, com poucos eventos adversos leves relatados com a vacinação. Esta vacina deve ser administrada preferencialmente antes do início da vida sexual, para que possamos ter 100% de proteção para os tipos de HPV contidos na vacina. O fato da mulher já ter vida sexual, não contra-indica a vacina, pois está demonstrado benefício de proteção contra o HVP nesta situação. Como a vacina protege contra 4 tipos de HPV (na vacina quadrivalente) ou contra 2 tipos (na vacina bivalente), e como não sabemos se a mulher já foi exposta a o HPV e qual o tipo de HPV, a vacina está plenamente indicada para TODAS as pessoas, independentemente de sua atividade sexual.

Estão disponíveis no mercado nacional dois tipos de vacina contra o HPV. Uma QUADRIVALENTE, contendo proteção contra 4 tipos de HPV, os tipos 6, 11, 16 e 18 e outra BIVALENTE contendo os tipos 16 e 18. Os tipos 16 e 18 do HPV são responsáveis por aproximadamente 70% dos casos de câncer do colo do útero. Daí, estarem presentes em ambas as vacinas. Os tipos 6 e 11 são relacionados com a presença de verruga genital, sendo responsáveis por 90% delas. A verruga genital apesar de não ser um câncer, é um agravo à saúde masculina e feminina muito indesejável, de difícil tratamento, recidiva relativamente frequente e que altera o estado físico e emocional do paciente.

O esquema da vacinação é sempre com 3 doses, com intervalo de 1 a 2 meses entre a primeira e a segunda dose (dependendo do fabricante), e de 6 meses entre a primeira e a terceira dose. A via de aplicação é a intramuscular.

CUIDADOS ANTES, DURANTE E APÓS A VACINAÇÃO CONTRA O HPV:

  • Antes de se vacinar, a mulher deve ter certeza de que não está grávida. Contudo, se a vacina for aplicada sem que se saiba da gravidez, nenhuma intervenção se faz necessária. Quando a gestação tem início antes de o esquema estar completo, deve-se suspender a vacinação e retomá-la após o parto.
  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

É importante destacar que a vacina contra HPV não substitui a realização regular do exame de citologia, Papanicolau (preventivo). Apesar de menos comum, outros tipos de HPV não contemplados na vacina podem causar o câncer de colo do útero.

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