Gestação de Alto Risco

Gestação de Alto Risco

Um pré-natal de alto risco se refere ao acompanhamento que será feito com uma gestante que tem uma doença prévia ou durante a sua gravidez, que sugere que essa seja uma gravidez de risco. Assim, basicamente se enquadram em pré-natal de risco três condições:  as mulheres com doenças crônicas prévias à gestação, aquelas que tiveram uma gestação anterior de alto risco e aquelas que identificam, no curso da gravidez, uma condição ou doença que vai oferecer risco para ela e a para o bebê.
No primeiro caso, se enquadram mulheres que sofrem de hipertensão arterial, diabetes, lúpus, doenças psiquiátricas, neurológicas ou cardíacas ou infecções crônicas, como Hepatite e HIV. As pacientes com essas condições devem compartilhar com seu especialista o desejo de engravidar, antes de interromper o método anticoncepcional. Dessa forma, o médico que a acompanha, como cardiologista, neurologista, infectologista ou outro especialista, já deve alinhar com o obstetra as medicações e condutas que devem ser tomadas antes da concepção e durante a gestação.
Para o segundo grupo, é recomendado o acompanhamento de alto risco quando houve uma gravidez anterior com histórico de hipertensão, abortos de repetição, descolamento prévio da placenta, por exemplo. Tudo isso deve ser observado pelo obstetra para colocar essa futura mamãe sob um olhar mais criterioso.
E ainda, se no decorrer da gestação acontecer um quadro de diabetes que não existia antes, ou a descoberta da pré-eclâmpsia, bem como ter uma infecção viral ou bacteriana, o obstetra mudará o olhar para essa grávida e ela se torna uma gestante de alto-risco.
A depender dessas três classificações – e outras que possam ser diagnosticadas pelo médico no início ou no decorrer da gravidez – a avaliação pré-natal será diferente de uma avaliação normal. Por exemplo, uma diabética pode ter que fazer mais consultas do que uma mulher sem essa condição. Um pré-natal normal tem uma consulta por mês, começando o mais cedo possível, até a 32a semana. A partir daí e até a 36semana, uma consulta a cada 15 dias e depois, até o parto, uma consulta semanal.

 

Condições prévias pedem consultas mais frequentes ao obstetra e, a depender da doença, o acompanhamento também do especialista. Avaliações laboratoriais e de imagem também podem ser solicitadas em maior número para se saber se o bebê está sofrendo com a condição da mãe.
Lembrando sempre que o pré-natal bem feito garante a saúde e a segurança da mãe, o bom desenvolvimento do bebê e um encontro tranquilo dos dois durante o parto.

 

FONTE : site da FEBRASGO ( federação brasileira das sociedades de ginecologia e obstetrícia ).

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Vacina de Meningite B

Vacina de Meningite B

Os casos de meningite estão sendo cada vez mais comuns e relatados principalmente nas redes sociais. Mas o que é a Meningite? Ela é uma doença provocada por um vírus ou uma bactéria, que causa a inflamação das meninges, ou seja, as membranas que envolvem o cérebro. Para a meningite de origem viral, não existe imunização, mas para a meningite de origem bacteriana, já temos vacinas. A vacina contra o grupo C, que é o tipo mais comum no Brasil, sendo responsável por 70% dos casos, já está disponível na rede pública, e as vacinas contra o grupo B, W, Y e A estão disponíveis somente na rede privada.

A Meningite do tipo B, é causada por uma bactéria chamada meningococo B (MenB), que representa cerca de 20% dos infectados. Ela não é a mais comum, porém, é um dos tipos mais perigosos e atinge com mais frequência as crianças menores de 5 anos, em especial, aquelas que ainda não completaram um ano de vida. Para você entender um pouco mais sobre a vacina, fizemos uma tabelinha explicando tudo!

Vacina Meningite B111

 

Vacina Meningite B 222

 

 

 

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Vacinação no bebê: quais os cuidados

Vacinação no bebê: quais os cuidados

Nesta postagem falamos sobre Vacinação no bebê: quais os cuidados. Sabemos que não tem nada melhor do que proteger o seu filho das doenças do que manter o calendário de vacinação dele em dia. As vacinas para os nossos bebês são indispensáveis no cuidado da saúde do nosso pequeno. Nos 6 primeiros meses de vida, as principais vacinas devem ser aplicadas, para que assim, evitem doenças futuras, que pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Imunização, são consideradas graves.

É super importante nos conscientizarmos de que todas as vacinas são necessárias. Neste artigo, separamos apenas 6 das principais vacinas que os nossos bebês devem tomar nos seus primeiros meses de vida.

 

  1. BCG

Essa é uma das primeiras vacinas que o bebê irá tomar. Ela previne contra as formas da tuberculose grave e é aplicado no braço direito. Sabe aquela marquinha que você tem no seu braço? É o sinal de que você tomou a vacina.

As suas reações imediatas são raras, porém após 2 ou 3 semanas pode aparecer um nódulo no local da aplicação, o que leva a cicatriz que conhecemos. Ela é administrada em uma dose única logo após o nascimento.

  1. HEPATITE B

Essa vacina previne contra o vírus da Hepatite B, que pode atingir em qualquer etapa da vida. Por isso é necessário sempre tomar as vacinas para se manter prevenido.

No caso dos bebês ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira nas primeiras horas de vida. A segunda quando completar 2 meses e a terceira aos 6 meses.

  1. POLIOMIELITE

Ela previne contra a paralisia infantil, e é administrada em 3 doses, podendo ser aplicada por via oral ou injetável. A sua primeira dose é feita aos 2 meses de idade. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

A poliomielite possui dois reforços, que devem ser tomados aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

  1. TRÍPLICE BACTERIANA

A tríplice bacteriana, ou como também é conhecida, DTP, previne o bebê da difteria, do tétano e da coqueluche. Ela pode causar reações como dor, irritação e um pouco de febre, no entanto, elas costumam ser leves.

Ela é aplicada em 3 doses. A primeira aos 2 meses. A segundo aos 4 meses e a terceira aos 6 meses. Os reforços da DTP devem ser ministrados entre os 15 e 18 meses e entre os 4 e 6 anos de idade

  1. PNEUMOCÓCICA

Esta vacina protege contra a bactéria causadora da pneumonia e da meningite. Ela é administrada em 3 doses, sendo a primeira aos 2 meses. A segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.

O seu reforço deve ser aplicado entre os 15 e 18 meses de idade.

  1. ROTAVÍRUS

O rotavírus é o agente causador da diarreia. A vacina deve ser aplicada em duas doses, sendo a primeira aos 2 meses e a segundo aos 4 meses.

Agora que já sabemos algumas das principais vacinas, precisamos saber quais cuidados devemos ter no dia da vacinação e após a mesma, certo?

No dia da vacinação alguns cuidados com os nossos bebês devem ser tomados. Antes não é necessário um cuidado especial. Ele somente deve ser feito no caso da vacina Meningocócica B, pois o bebê pode apresentar febre, por isso é indicado o antitérmico, que pode ser tomado na hora da vacina ou quando estiver saindo de casa. Converse com o seu pediatra sobre qual medicamento tomar.

Dificilmente o bebê não deve ser vacinado. Se ele apresentar um leve resfriado ou alguma outra patologia leve, pode sim tomar as vacinas. Se por um acaso ele estiver com gripe severa ou outra doença mais grave, é necessário aguardar até que ele melhora para tomar as vacinas pendentes.

Não é comum apresentar reações graves à primeira dose. Se isso ocorrer, não deve-se tomar as doses seguintes da vacina e informe ao pediatra sobre a reação.

Quando for levar o seu bebê para tomar a vacina, é essencial verificar alguns cuidados que são indicados pela Sociedade Brasileira de Imunização. Veja quais são eles:

  • As vacinas devem estar armazenadas em refrigeradores adequados
  • Os refrigeradores devem obter controle de temperatura
  • A temperatura do refrigerador deve estar entre +2°C e +8°C
  • As vacinas devem ser retiradas apenas no momento do preparo para aplicação
  • A caixa da vacina deve estar lacrada
  • A vacina que será administrada, deve ser a mesma aplicada
  • A vacina tem que estar dentro da validade
  • A vacina deve ser preparada no exato momento da administração
  • Agulha e seringa descartáveis.

Após a vacinação, fique atento ao comportamento do bebê. É esperado que o local da injeção fique inchado, vermelho e quente. Diante dessas reações, coloque uma compressa gelado em cima do local da aplicação. A febre não é algo raro, por isso que o antitérmico é uma opção.

Mas, fique atento! Qualquer alteração a saúde deve ser informado ao serviço de vacina e ao pediatra. Os efeitos adversos são esperados nas primeiras 48 horas.

Para ver o calendário de vacinação, CLIQUE AQUI!

A Climed tem todas as vacinas necessárias para deixar o seu bebê saudável e protegido!

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Dúvidas Frequentes na Gestação

Dúvidas Frequentes na Gestação

Dúvidas Frequentes na Gestação: O beta-hcg deu positivo. Uma alegria contagiante. Milhares de perguntas invadem a cabeça de quem acabou de se tornar gestante. A gravidez traz o melhor sentimento do mundo, mas junto vem certas duvidas.

As grávidas geralmente são bombardeadas de proibições por amigos e familiares. Alguns cuidados, realmente, devem ser tomados, mas nem tudo o que dizem é verdade. Abaixo daremos algumas dicas, para amenizar ou diminuir um pouco destas dúvidas frequentes entre as gestantes. Mas somente, o seu Obstetra, poderá orientar a gestante da melhor maneira. Pois somente ele detém de todas as informações clínicas da paciente.

 

As grávidas podem pintar as unhas?

Não existe uma contraindicação, já que a absorção dos componentes tóxicos é muito pequena. Somente aumente o tempo de ida à manicure, para a cada 15 dias, e leve o seu próprio kit de alicate e tesoura.

Usar tintura e/ou tratamento capilar?

É indicado somente após o 4°mês de gestação, pois o primeiro trimestre é uma fase crítica na formação do bebê. Porém, progressiva, relaxamento e tintura convencional são proibidos durante todo o período gestacional e até no período de amamentação. Se você quiser tingir os cabelos após o terceiro mês, use os produtos que são à base de henna ou xampus tonalizantes, que não possuem iodo e nem amônia na composição. Os Reflexos só podem ser feitos da metade dos fios para baixo no mesmo período.

Pode dirigir?

As grávidas podem dirigir normalmente até o 7° mês. Mas atente-se ao cinto de segurança. Ele deve passar pela parte inferior do abdômen para não comprimir o abdomen. Evite dirigir quando estiver sonolenta, mas fora isso, pode ir e vir com segurança.

As grávidas podem trabalhar até o final da gestação?

Varia de caso a caso. Para isso é necessário procurar uma orientação médica. Mas desde que a mamãe se sinta bem, e o médico autorize, pode trabalhar normalmente até a semana anterior ao nascimento do bebê.

Usar produtos de limpeza?

As substâncias como amônia, amoníaco, lisofórmio, querosene e cândida devem ser usados com precaução. Os utilize somente em ambientes arejados, para que assim, minimize possíveis reações alérgicas e mal-estar.

As grávidas podem doar sangue?

O Ministério da Saúde proíbe, pois a doação pode comprometer o estoque de ferro do organismo, o que poderia acabar ocasionando um quadro de anemia trazendo risco para o feto.

Pode consumir bebida alcóolica?

Muitos especialistas desaconselham o consumo de bebidas alcóolicas. Pesquisas apontam que até o consumo social pode levar a Síndrome Alcóolica Fetal. Também não se deve fumar durante toda a gravidez e o período de amamentação.

Pode tomar sol?

As grávidas não podem pegar sol por um longo período, mesmo usando o protetor solar adequado. A gestante pode ter insolação e desidratação.

As grávidas podem fazer depilação a laser?

Durante a gestação troque a depilação a laser, pela cera ou lâmina. Pois, a depilação pode ser feita, mas o laser não tem um aval dos profissionais, por eles não terem certeza se causaria problemas ao bebê.

Pode fazer aplicações de botox?

Não existem testes suficientes que provem que o botox não faz mal ao feto, por isso ele é contraindicado. Também não use se estiver amamentando, já que como os outros produtos químicos, ele pode atingir o leite materno.

Estar grávida não quer dizer se limitar a tudo no seu dia a dia. Existem contra indicações que são para o seu bem e principalmente o do bebê. Por isso, procure o seu médico obstetra em casos de dúvidas sobre o que você pode ou não fazer.

A CLIMED têm profissionais preparados para te ajudar e te acompanhar durante o período mais importante da sua vida. ENTRE EM CONTATO.

 

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Síndrome de Down

Síndrome de Down

A Síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 ao invés de dois em todas ou na maior parte das células, ou seja, ao invés de ser 46 cromossomos, os portadores da síndrome apresentam 47 cromossomos. Essa mutação ocorre na hora da concepção da criança.

Ainda não se sabe ao certo a causa da síndrome de Down, se é o óvulo feminino ou o espermatozoide masculino que apresenta 24 cromossomos no lugar de 23. Quando se unem aos 23 das outras células embrionárias, somam assim 47. Esse cromossomo somente aparece no par de número 21, por isso que a síndrome também recebe o nome de TRISSOMIA DO 21 Ela é uma das ocorrências genéticas mais comuns que existe, afetando cerca de um em cada 700 nascimentos, independente da raça, país ou condição econômica da família.

As pessoas com síndrome de Down apresentam características semelhantes e estão sujeitos a uma maior incidência de doenças, porém, apresentam personalidades e características diferentes e únicas.

Em alguns casos podem ocorrer a translocação cromossômica, ou seja, o braço longo excedente do cromossomo 21, se liga a um outro cromossomo qualquer.  O mosaicismo é uma forma rara da síndrome de Down, em que uma linhagem apresenta 47 cromossomos, e a outra é completamente normal.

As alterações provocadas pelo excesso do material genético determinam as características típicas da síndrome, que são:

  • Olhos oblíquos, semelhante aos dos orientais, rosto arredondado e menor espaço Inter orbitário.
  • Mãos menores e dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas menores, com implantação mais baixa.
  • Hipotonia – diminuição dos tônus musculares, podendo causar dificuldades motoras.
  • Em pelo menos 50% dos casos, ocorrem cardiopatas.
  • Comprometimento intelectual, consequentemente uma aprendizagem mais lenta e atraso na articulação da fala.

Atualmente existem testes genéticos que podem identificar a possibilidade da síndrome, a partir da nona semana da gravidez. O exame é realizado com uma coleta do sangue da mãe, do qual são retirados fragmentos do DNA fetal. O teste rastreia o DNA do bebê para procurar problemas cromossômicos específicos. Os resultados dão cerca de 99,99% de certeza, já comprovados por estudos clínicos.

A ultrassonografia morfológica fetal ainda é o método mais acessível e realizado em nosso meio para o rastreamento da Síndrome de Down. Nesta ultrassonografia é avaliada a transluscência nucal que pode sugerir a presença da síndrome, que posteriormente será confirmada com os exames de amniocentese e amostra do vilo corial (método invasivo) e através da detecção de alterações cromossômicas, obtidas pela análise do DNA fetal, presentes no sangue materno (método não invasivo).

Após o nascimento, o diagnóstico é comprovado pelo exame do cariótipo, que estuda os cromossomos e ajuda a determinar o risco, da recorrência da alteração em outros filhos do casal.

A crianças com síndrome de Down precisam ser estimuladas desde o nascimento, para assim vencer as limitações que a alteração genética lhes impõe. Como existe necessidades específicas de saúde e aprendizagem, é necessária uma assistência profissional multidisciplinar e a atenção permanente dos pais. O objetivo deve ser sempre habilita-los para o convívio e a participação social.

As pessoas com Síndrome de Down têm muito mais em comum com o resto da população do que imaginamos. Ter alguém na família com a síndrome é importante saber que ele pode alcançar um bom desenvolvimento das suas capacidades pessoais, alcançando níveis de realização e autonomia. Isso só pode ser feito através do apoio familiar. Uma pessoa com Down também ama, brinca, sorri, aprende, se diverte e trabalha, e é importante deixa-las realizar essas tarefas sozinhas ou com o mínimo de ajuda possível, para que assim, se sintam cada vez mais presentes na sociedade.

 

Referências

http://www.movimentodown.org.br/sindrome-de-down/o-que-e/

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-de-down

https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-down/

 

 

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Gestação Saudável – Checklist dos exames de Pré Natal

Gestação Saudável – Checklist dos exames de Pré Natal

O dia a dia da mulher é sempre repleto de compromissos. É trabalho, casa, academia e tantas outras coisas que a agenda fica sempre lotada, porém assim que a mulher se torna gestante, abre-se à agenda para consultas, avaliações físicas e exames, que devem ser realizados durante os nove meses, ou seja, uma maratona intensa de visitas médicas.  Mas não se assuste, tudo isso faz parte de um maravilhoso mundo novo no qual a futura mamãe vai se descobrir e curtir cada fase.

O Ministério da Saúde recomendou que toda gestante faça visitas ao médico pelo menos seis vezes até o momento do parto, mas geralmente essas visitas são com frequência maior. É fundamental não demorar para começar o acompanhamento, assim que for constatada a gravidez, já se deve começar o pré-natal.

Veja abaixo o que é realizado durante uma consulta pré-natal:

  • Conversa com a paciente para saber o estado geral, quais os sintomas que estão aparecendo e, a partir da 20ª semana, sobre os movimentos do feto;
  • Aferição da pressão arterial;
  • Verificação do peso;
  • Aferição da altura do útero ;
  • Ausculta dos batimentos cardíacos do feto;
  • Solicitação dos exames médicos (laboratoriais, de imagem e outros, caso necessário).

Cada gravidez é única e com muitas variáveis, o que determina a realização de exames especiais ou testes que não listamos aqui. Existem casos particulares, que devem ser tratados de maneira diferenciada. Confira, os exames que toda gestante deve fazer e o que eles mostram ao médico:

Pré-natal:

Exame de sangue: Verifica o tipo sanguíneo da futura mamãe (importante, caso o fator Rh seja negativo), dosar hormônios e anticorpos da tireoide, detectar possíveis infecções (hepatites A, B e C, HIV e Sífilis), além de verificar se a gestante não tem anemia, dosar os níveis de açúcar no sangue e definir se a gestante corre ou não risco de contrair doenças como rubéola, toxoplasmose e citomegalovirus. O exame de sangue pode ser feito várias vezes ao longo da gestação, mas deve ser solicitado pelo médico, no mínimo, uma vez a cada trimestre.

Exame de urina: Este exame detecta infecção urinária e a presença de proteínas, exame fundamental para gestantes hipertensas.

Exame de fezes: Este exame mostra a presença de parasitas no intestino que podem provocar anemia e outros problemas.

5ª a 8ª semana de gestação:

Ultrassonografia Transvaginal: Mostra o embrião e o saco gestacional, é neste momento que a futura mamãe vai saber o tempo de gravidez e a data provável do parto. Geralmente, este exame é realizado após a sexta semana, o que possibilita ouvir os batimentos cardíacos do embrião.

11ª a 14ª semana de gestação:

Ultrassonografia da translucência nucal:  Este exame tem como principal objetivo detectar as anomalias, como a Síndrome de Down. Caso o exame apresente alterações o médico irá solicitar exames complementares para uma confirmação diagnóstica.

20ª a 22ª semana de gestação:

Ultrassonografia morfológica: Neste exame é analisado toda a morfologia do bebê e na maioria dos casos, é possível saber o sexo do bebê. Caso a gestante queira realizar a ultrassonografia 4D, consegue-se ver o rostinho do bebê.

24ª a 28ª semana de gestação:

Triagem de diabetes gestacional: Neste exame é verificado se a gestante desenvolveu diabetes gestacional, uma doença que requer cuidados especiais e possível antecipação do parto. O exame também é conhecido como curva de tolerância a glicêmica ou teste oral de tolerância à glicose.

34ª a 37ª semana de gestação:

Triagem de estreptococo beta-hemolítico:  Neste exame é verificado se existe a bactéria estreptococo do grupo B que é passada para o bebê durante o nascimento e que pode até provocar o óbito do recém-nascido. O tratamento, caso positivo é feito através de antibióticos para a gestante no dia do parto. Esta análise é feita através de uma amostra de secreção vaginal e outra do reto.

 

Ultrassonografia do terceiro semestre: Neste exame é importante para acompanhar o tamanho, o peso e a posição do bebê. Ele avalia a maturidade da placenta e a quantidade de líquido amniótico. O número de ultrassonografias no último trimestre de gravidez, depende da necessidade de cada gestante e da conduta particular do médico, por isso, não se assuste se ocorrer mais de uma vez.
Cuidados especiais:

  • Gravidez após os 38 anos;
  • Patologias obstétricas em gestações anteriores ( Pré Eclampsia, Parto Prematuro e etc )
  • Gestantes com doenças prévias (como lúpus, câncer, doenças do colágeno);
  • Gestantes com diabetes ou hipertensão;
  • Gestantes com histórico de doenças hereditárias na família e gestação de múltiplos.

 

Essas são algumas situações consideradas de risco pelos médicos e que levam à necessidade de um pré-natal com mais cuidado e com realização de exames específicos. Veja alguns testes que podem ser solicitados pelo médico:

 

Teste de Coombs:  Este exame é feito quando o fator Rh da mãe é negativo e o do pai positivo, a mulher deve solicitar esse teste, feito por exame de sangue. Ele revela se houve contato entre o sangue materno e o do bebê para que seja iniciado o tratamento antes que o feto se prejudique. Isso porque a incompatibilidade sanguínea pode levar a eritroblastose fetal, que é quando o corpo da mãe destrói as hemoglobinas do bebê e pode levar à óbito. O exame é realizado mensalmente em jejum de três horas.

 

Biópsia do vilo corial (11ª a 14ª semana): É solicitado normalmente quando existe alterações cromossômicas no feto. Geralmente é  solicitado quando são constatadas alterações no exame de ultrassonografia de translucência nucal.

 

Amniocentese (a partir da 13ª semana): É parecido com a biópsia do vilo corial e também tem como objetivo a detecção de anormalidades genéticas no feto.

 

Ultrassonografia Transvaginal (a partir da 12ª semana): É indicada quando a gestação tem alto risco prematuridade, como no caso de gêmeos, tem como finalidade checar as condições do colo do útero, pois se ele se romper poderá levar ao parto prematuro.

 

Fibronectina fetal (18ª a 24ª semana): É uma análise da secreção vaginal para avaliar a chance de nascimento prematuro. Realizada em mulheres de alto risco para parto prematuro, como as gestantes que tiveram o problema em gestação anterior ou apresentam o encurtamento do colo uterino.

 

Ecocardiografia fetal (a partir da 28ª semana): Neste exame é observado detalhadamente o funcionamento do coração do bebê. Este exame é cada vez mais solicitado pelos médicos como uma rotina, dentro do pré-natal, mesmo para pacientes de baixo risco.

 

Perfil biofísico (após a 28ª semana): O exame e solicitado quando existe a suspeita do desenvolvimento do bebê estar comprometido. É indicado para gestações de alto risco, ele avalia os movimentos respiratórios, movimentos dos membros, tônus muscular, frequência cardíaca e o volume do líquido amniótico.

 

Lembramos que o número de consultas pode variar de acordo com a conduta de cada médico e também conforme as peculiaridades de cada gestação, mas em geral a futura mamãe é orientada a retornar sempre ao consultório do médico mensalmente até o sétimo mês de gravidez. No oitavo mês as consultas passam a ser quinzenal, ou seja, duas vezes no mês e no nono mês passa a ser semanal. Toda essa rotina é de extrema importância, pois serve para cuidar da saúde da mãe e do filho e acompanhar de perto o desenvolvimento do bebê.

Qualquer dúvida entre em contato conosco. Para conhecer mais sobre os exames realizados pela Climed, clique aqui.

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Por que devo levar meu filho ao pediatra?

Por que devo levar meu filho ao pediatra?

Saiba o porquê de levar seu filho ao pediatra e como é importante escolher um médico para acompanhar o seu filho desde o nascimento até o início da adolescência.

Vamos supor que seu filho fica doente você o leva no pediatra ou ao Posto de Saúde? Se você escolheu a opção 2, saiba que está dentro de uma tendência de substituir o pediatra de consultório pelo atendimento hospitalar e essa troca pode apresentar riscos para o seu filho.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, uma pesquisa feita nos Estados Unidos analisou mais de 20 mil crianças e os especialistas descobriram que as crianças que não compareceram na consulta na quantidade recomendada pela Academia Americana de Pediatra até os 3 anos de idade correm duas vezes mais risco de serem hospitalizadas e as chances aumentam em caso de doenças crônicas, como asma e problemas do coração. Isso porque as famílias que perdem as consultas, perdem também a oportunidade de prevenção e detecção precoce dos problemas.

Geralmente, por falta de tempo as pessoas só levam o filho ao pediatra quando ele está doente, e por mais que a consulta seja feita corretamente, o médico não consegue conhecer a criança e a família direto, o atendimento fica superficial e de imediato. Sendo que a função do pediatra, além de tratar da doença, é principalmente acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da criança e que também tire dúvidas dos pais, trocar informações sobre a educação da criança, orientar sobre a alimentação, sono e fazer a prevenção de doenças e acidentes.

Mas quando devo levar meu filho ao pediatra?

O contato deve começar antes mesmo de a criança nascer, uma consulta pré-natal com o pediatra é importante para o êxito dos primeiros momentos da relação entre filho e pais, o pediatra pode te dar dicas para a sala de parto e para a permanência do bebê na maternidade.

Se o bebê já estiver em casa, as avaliações do pediatra são voltadas para o acompanhamento de ganho de peso, amamentação, presença de icterícia, coto umbilical, evacuações, testes do pezinho e da audição, além do estabelecimento do calendário de vacinação. A Sociedade Brasileira de Pediatria tem recomendações especificas sobre o número de consultas para cada faixa etária da criança, confira a tabela a seguir:

 

tabelaclimed

 

Aí você me fala. Tudo isso? Sim, mas calma, sabemos que a correria do dia a dia pode deixar as famílias sem alternativas, mas você vai lembrar do pediatra só quando chega aquela gripe ou quando a criança não está conseguindo comer ou dormir direito, mas como já dissemos, são as consultas regulares que vão garantir que seu filho se desenvolva da melhor forma possível.

Se você não tem tempo, podemos te dar um conselho de que no primeiro contato com o pediatra, peça a orientação sobre a programação de consultas e não se esqueça de anotar tudo.

Lembramos que desde o nascimento do seu filho até o início da adolescência, você vai conviver muito com o pediatra, por isso, é importante que você saiba escolher bem antes de levar seu filho, é preciso conversar bastante com o médico e conhece-lo. Existem vários pediatras por aí, mas o ideal é que a família encontre um de acordo com seu perfil. Não se esqueça, que o quanto mais cedo os cuidados com o seu filho, mais qualidade de vida ele terá no futuro.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco, nós estamos à disposição. Saiba mais sobre a Climed, clique aqui.

 

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Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Vacinação Infantil: Dúvidas? Nós temos as respostas.

Julho é mês de férias, o que deve aumentar a atenção dos pais em relação aos seus filhos. Além disso, julho marca o início do inverno e, consequentemente a gripe comum e a H1N1.

A vacinação infantil ensina o sistema imunológico a reconhecer os agentes agressores que podem provocar doenças, assim como ensiná-lo as reagir produzindo anticorpos capazes de combate-los. Na preparação das vacinas, pode ser utilizado um componente do agente agressor, ou seja, o agente agressor numa forma moderada, ou morto, ou outro agente que seja semelhante ao causador da doença.

Por isso, a vacinação infantil é importante e, é quando surge muitas dúvidas em relação a vacinação, confira abaixo as principais perguntas.

Qual é a vacina indicada para crianças de 6 até 3 anos?

Tanto a vacina Trivalente quanto a vacina Quadrivalente podem ser utilizadas, a vacina Quadrivalente tem duas cepas do vírus Influenza A e duas cepas do vírus Influenza B e dessa forma oferece uma maior proteção.

Qual a diferença entre Trivalente a Quadrivalente?

Vacina Trivalente:  A vacina compreende duas cepas do vírus Influenza A e uma cepa do vírus Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina;

Vacina Quadrivalente: A Quadrivalente possui duas cepas de Influenza A e duas Influenza B. A cepa para H1N1 está presente nesta vacina.

Qual a diferença da vacina pediátrica da vacina adulta?

A composição e a mesma, o que altera é a dosagem.

As vacinas protegem contra os resfriados?

Não. Primeiro temos que diferenciar a gripe do resfriado.  A gripe é causada pelo vírus Influenza e provoca dores pelo corpo, febre e pode gerar complicações como a pneumonia. Já o resfriado tem sintomas suaves e com menor duração.

Crianças devem tomar quantas doses?

Todas as crianças abaixo de 9 anos de idade, que tomaram a vacina para Influenza pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

Qual a contraindicação da vacina?

A principal é a alergia grave ao ovo.

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Ultrassom: 7 fatos que talvez você não saiba

Ultrassom: 7 fatos que talvez você não saiba

Ultrassom: 7 fatos que talvez você não saiba

Ultrassom: 7 fatos que talvez você não saiba: Durante nove meses um sentimento acompanha a futura mamãe, a ansiedade. E um dos momentos mais aguardados é o ultrassom, pois é quando a gestante vai ter certeza de que vai estar tudo bem com seu bebê.

Muitas mamães ficam ansiosas e tem curiosidades sobre o exame, mas antes temos que entender o que é o ultrassom. Existe o ultrassom morfológico do segundo trimestre e o ultrassom 4D. Leia abaixo e entenda uma pouco mais sobre esses exames.

O ultrassom morfológico do segundo trimestre é um exame essencial e necessário no pré-natal, feito geralmente entre 20 e 24 semanas de gestação. Ele serve para avaliar o desenvolvimento e a anatomia do bebê com bastante detalhe, incluindo os órgãos internos, além de ser possível também ver o sexo do bebê. O ultrassom é totalmente seguro, pois não emite radiação ionizante.

No ultrassom 4D mostra os detalhes do corpo do bebê, sendo possível ver o rosto e os órgãos genitais com mais nitidez, além de ver os movimentos que o bebê faz na barriga da mamãe.  O ultrassom pode ser realizado em qualquer fase da gestação, embora é importante saber que dependendo da idade gestacional, a imagem pode ser diferente.

Ultrassom: 7 fatos que talvez você não saiba.

Listamos 7 fatos que talvez você não saiba sobre o exame. Leia e compartilhe a informação com quem você conhece.

  1. Estar acima do peso, dificulta o exame, sabe porquê? Qualquer barreira que impeça a transmissão do som, pode influenciar na qualidade da imagem obtida. Não só o excesso de gordura, mas também edema ocasionado pela gestação ou cicatriz abdominal, como a de plástica de barriga, podem interferir no exame;
  2. Ultrassonografias não prejudicam o desenvolvimento do bebê, não há impedimentos para a realização do exame. É considerado um método seguro e sem efeitos colaterais;
  3. Muitas gestantes possui a dúvida se o ultrassom transvaginal é contraindicado para elas, pois não tenha medo, a ultrassonografia transvaginal é a mais indicada para a avaliação da gestação inicial, pois ela permite observar detalhes que seriam difíceis de serem obtidos via abdominal, principalmente em gestantes que o útero é retrovertido (virado para trás);
  4. O exame deve ser obrigatório durante a gravidez, pois o exame é uma ferramenta que ajuda no diagnóstico de complicações e de uma gravidez saudável. Por isso, faça sempre que for solicitado;
  5. O bebê não ouve o som emitido pelo ultrassom, pois o exame utiliza mais de três milhões de hertz e o ouvido humano só tem a capacidade de ouvir frequências de até dois mil hertz, o que prova que não é possível que ele ouça ou tenha qualquer desconforto;
  6. O exame não machuca o bebê e é extremamente seguro para a futura mamãe e para o bebê, até mesmo o transvaginal, que é incômodo para a mulher, não gera atinge o colo do útero, o que mantem o bebê seguro;
  7. Muitas futuras mamães possuem dúvidas quando ouvem falar em translucência nucal, mas não precisa ter medo, pois é apenas uma parte do exame para saber se está tudo bem com o bebê, neste exame é medido a região da nuca do bebê e isso ajuda a identificar problemas e alterações, como a Síndrome de Down.

Qualquer dúvida entre em contato com seu médico, pois somente ele pode te informar se está
no momento certo de fazer o exame. Para conhecer mais sobre os exames realizados pela Climed, clique aqui.

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12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe

12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe: Ver o filho doente é uma das piores coisas que existem e nesses momentos temos uma sensação de tristeza por ver nossos pequeninos sofrendo, não é mesmo? Por isso é tão importante prevenir as doenças e criar hábitos saudáveis para as crianças. Fortalecendo sua imunidade, muitos problemas serão evitados. Neste artigo de hoje, vamos mostrar 12 dicas certeiras para proteger seu bebê da gripe e que vão ajudar seu filho a ter uma saúde de ferro. Venha conferir!

Como já diz o velho ditado “é melhor prevenir do que remediar”, por isso nada melhor do que prevenir os nossos pequenos da gripe.

  • 1. Ofereça líquidos para o pequeno: A hidratação é importante para prevenir infecções urinárias e deixar os canais aéreos das crianças umedecidos, ajudando a evitar alergias e irritações, que podem surgir por causa do tempo. Lembre-se sempre de dar água, sucos naturais e água de coco. Ensine – o a se hidratar sempre, assim ele manterá o hábito quando você não estiver por perto, na escola, por exemplo.
  • 2. Garanta uma boa alimentação: Alimentos como frutas, carnes, legumes e verduras são alimentos ricos em nutrientes e que garantem a saúde de qualquer pessoa. Por isso, ofereça sempre comidas saudáveis ao seu filho. Inclua também na alimentação alimentos ricos em vitamina C, como laranja, acerola, limão, brócolis e espinafre, pois eles ajudam a deixar a imunidade mais forte. Se houver resistência na hora de consumir alguns itens, você pode fazer apresentações lúdicas para estimular o consumo.
  • 3. Acostume o pequeno a lavar as mãos: Ensine seu filho a importância de higienizar bem as mãos, antes das refeições, após usar o banheiro, na hora de escovar os dentes, depois de brincar. Essa prática ajuda a evitar o contágio de doenças e seu filho deve-se acostumar a ela. Músicas e vídeos interativos podem ajudar na estimulação.
  • 4. Limpe bem o nariz do seu filho: Alergias e problemas respiratórios podem acometer as crianças no outono, por isso é fundamental limpar bem o nariz, desobstruindo as vias áreas e hidratando-as. O soro fisiológico é uma excelente medida, só fique atenta à forma de aplica-lo. Em caso, de dúvidas, converse com o pediatra do pequeno para saber qual é a melhor maneira de usar o soro.
  • 5. Tente evitar grandes variações de temperatura: A vida é corrida e sabemos que nem sempre é possível. Mas quando puder escolher, evite sair com seu filho desagasalhado no começo da manhã ou quando estiver anoitecendo, períodos em que a temperatura costuma ser mais baixa no outono. Também se atente quando expor a criança ao ar-condicionado do carro nos dias mais quentes.
  • 6. Agasalhe com cautela: A melhor opção é vestir o filhote em camadas, assim eles podem tirar ou colocar as peças de acordo com o tempo e assim não correm o risco de desidratar, devido ao excesso de roupa.
  • 7. Cuide da limpeza da casa: Verifique que tudo esteja limpo e bem higienizado dentro de casa. Mofos e ácaros podem prejudicar a saúde das crianças.
  • 8. Aproveite o sol pela manhã: A vitamina D, ajuda a fortalecer a imunidade, por isso, o ideal é que a criança aproveite o sol da manhã, que é mais seguro até às 10 horas, além de brincar ao ar livre e se exercitar também auxilia na boa saúde dos pequenos.
  • 9. Fique atenta às vacinas: Verifique se o pequeno tomou as vacinas necessárias e mantenha sua carteirinha sempre atualizada. Além de cuidar da saúde do seu filhote, você também estará fazendo um bem para a sociedade: evitando que mais crianças fiquem doentes, e ajudando a diminuir a mortalidade infantil. Previna sempre!
  • 10. Garanta que seu filho durma bem: Como vocês sabem, essa é uma das partes mais desafiadoras, por diversos motivos, nem sempre é fácil fazer com que a criança tenha uma boa noite de sono. O ideal é criar uma rotina para que ela se acostume a ter uma boa noite de sono faz com que as crianças recarreguem as suas energias e tenham uma vida mais saudável.
  • 11. Evite lugares fechados: Evite levar seu filho doente para a escola para evitar a transmissão do vírus, evite lugares fechados e com aglomerações de pessoas e procure evitar o contato com pessoas que estejam gripadas.
  • 12. Use máscara se estiver amamentando: Se a mãe estiver gripada, use máscara. Ainda não se sabe se a gripe pode ser transmitida pelo leite materno, portanto, se seus sintomas forem muito graves e o pediatra do seu filho liberar, pode continuar amamentando durante a gripe. Nesta fase, é aconselhado usar uma máscara de proteção, elas são vendidas em farmácias. Isso ajuda a diminuir os riscos de o bebê ficar gripado.
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